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Arquivo diário: 11/08/2009

VONTADE X RAZÃO

pensativo

Vontade do Pai – Aline Barros

Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia não se faça a minha vontade, mas a tua {disse Jesus}.” (Lucas 22:42)

          Ao longo de sua vida, Jesus transmitiu-nos inúmeros exemplos a ser seguidos e ensinamentos a ser praticados. Todos eles, evidentemente, assaz relevantes; verdadeiros tesouros “escondidos” nas Escrituras. Por isso, como alguém procura incansavelmente por uma jóia de rara beleza e valor, assim deve procurá-los todo aquele que almeja viver para a glória de Deus e desfrutar de todas as bênçãos conquistadas a preço de sangue por Cristo.

          Dentre esses verdadeiros diamantes, quero destacar um que se faz presente na abertura desse texto: a importância de submeter a vontade à razão.

          Então, para início de conversa, veja comigo o significado do vocábulo “vontade”, segundo o Dicionário Brasileiro Globo: Faculdade de querer, de livremente praticar ou deixar de praticar algum ato; necessidade física ou moral. (Do latim voluntate.)

         Como um indivíduo pleno, Jesus era dotado dessa faculdade e, obviamente, podia fazer uso dela a qualquer momento, caso quisesse. Inclusive no que dizia respeito ao sacrifício que faria por nós na cruz. Read the rest of this entry »

 

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PORTO SEGURO

porto_seguro

Guia-me sempre – Heloisa Rosa (ouça)

         Quando perdemos alguém ou alguma coisa que consideramos muito importante para nós (pai, mãe, filho, cônjuge, amigo, emprego, casa ou outros), ficamos, como se diz popularmente, “sem chão”; sentimo-nos completamente perdidos. Aliás, não são poucos os que entram em depressão ou desespero, mesmo se as perdas envolverem coisas fúteis e passageiras, como ver seu time do coração ser rebaixado. Há até quem mate ou se mate por esse motivo.

          Outras vezes, isso acontece ao sermos decepcionados por uma pessoa considerada especial. Tínhamos grandes expectativas em relação a ela. No entanto, vemos tudo ir por água abaixo; vemos nossos sonhos se desfazerem; nossos castelos ruírem.

 

Um fato semelhante a esse ocorreu com bastantes discípulos de Jesus. Certa feita, o Mestre fez um discurso falando sobre quem Ele era, como haveria de morrer e a respeito da incredulidade do povo (João 6). Desde então, muitos dos seus seguidores tornaram para trás, e já não andavam com ele (Jo 6:66). Read the rest of this entry »

 

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