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Arquivo mensal: maio 2012

ANIVERSÁRIO DA INSJC – Por Isac Sartori Gomes

Aniversário da INSJC
Olá, pessoal!
Estamos completando 76 anos da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.
E, nessa semana, recebi um e-mail com um relato do nosso Presidente Geral de Jovens – Isac Satori Gomes – retratando a infância na igreja e o quanto isso foi importante pra sua vida. Todos que nascemos nesse Ministério sentimos tamanho amor. Por isso, com a permissão dele, estou postando aqui pra que todos possam ter acesso ao conteúdo.
Graças a Deus por nossas lembranças. São elas que nos fortalecem, nos poem de pé e nos faz a cada dia olhar apenas para o alvo: Jesus Cristo, nosso Senhor!

Por Isac Sartori:

“A Paz de Deus, Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo!

Há 76 anos, um homem começava um trabalho no bairro Bom Retiro em São Paulo/SP, num simples salão alugado dava início a nossa amada igreja.

Desde que nasci sou da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Lembro-me daquele salão simples no interior de São Paulo, telhado sem forro, piso vermelho, bancos azuis, paredes de duas cores, igreja em uma rua de terra e não poderia deixar de destacar os cultos aos domingos (12:00h – calor que passava dos 40 graus).

Quanto amor e dedicação de meu Pastor, que com muita humildade dormia na estação ferroviária, devido aos atrasos do trem! Quanta fé naqueles velhinhos que nunca largaram de servir a Deus por nada desta vida, pelo meu pai que os levava para casa ao final de todos os cultos! Haaa… que saudade daqueles meus amiguinhos da escolinha dominical, que hoje estão cuidando de outras ovelhas, daquele ancião que louvava a
Deus com seu instrumento de sopro, mesmo se perdendo com o andamento do compasso… E como esquecer do Pastor chamando minha atenção no culto com amor e autoridade para que hoje me tornasse homem e respeitasse ao próximo… As palmadas prometidas pela minha mãe devido ao mau comportamento no culto e a minha pressa de dormir antes de chegar em casa para não ter que apanhar! rsrsrs!!!

Muito tempo se passou, e hoje ainda existem pastores atravessando riachos, cercas, pastos, trânsitos, e ovelhas sendo cuidadas com muito amor e dedicação na obra de Deus. Os templos melhoraram, os instrumentos e a aparelhagem de som nem se fala, os horários são mais frescos e de modos aperfeiçoados as crianças são educadas com os mesmos resultados positivos.

Durante todo este tempo, vi muitas pessoas partindo, mas também testemunhei o ingresso de tantas outras… Novamente eles, os velhinhos, estiveram ali, firmes, sofrendo os momentos difíceis e desfrutando os bons momentos pelos quais a igreja atravessou.

Seria correto fazermos balanços numéricos? Por quê? Quem está melhor ou pior? Como? Sabiamente podemos testificar que a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo possui um dom especial, o maior de todos, que muitos já experimentaram – o AMOR inexplicável e genuíno. Números financeiros, quantitativos e qualitativos jamais poderão explicar o que significa este amor que existe em nosso meio.

Parabéns a todos os membros que persistem em propagar o evangelho de Jesus, como iniciou aquele homem no jardim Bom Retiro e também àqueles que usam de seus conhecimentos e boas experiências para somar às necessidades e minimizar as dificuldades que temos dentro de nossas atividades ministeriais, aos líderes pela coragem de encararem todos os ventos contrários por amor a esta obra!

Ao nosso Deus todos os agradecimentos! Obrigado por nascer em uma família simples (INSJC) que soube me amar, pela criação baseada na palavra genuína, por participar desta fiel e exemplar família que me faz sentir em casa em qualquer cidade que passar e pelos anciãos que nos ensinaram a segurar mais firme nas mãos de Deus!

Uma coisa te peço, ó Deus, que o Senhor continue nos abençoando!”

 

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VALE A PENA SERVIR A DEUS?

Periodicamente costumamos fazer uma avaliação da nossa vida. Em especial, quando chegamos ao final de mais um ano é comum pesarmos os prós e os contras, as conquistas e as derrotas, as alegrias e as tristezas vividas.
Muitas vezes, durante esse processo avaliatório fazemos comparações com outros anos, com outras pessoas e com as conquistas delas e não raramente consideramos que estamos numa posição bem inferior aos outros e muito aquém daquilo que poderíamos ou deveríamos ser, ter, viver ou fazer. Por isso, ficamos meio frustrados, decepcionados ou mesmo deprimidos diante desse quadro.
Com Asafe, um dos principais músicos de Davi, não foi diferente. Não que a Bíblia registre que ele estivesse se avaliando no final de um ano, mas nos mostra que estava fazendo uma avaliação e que estava tomando a vida de pessoas que não temiam a Deus como parâmetro (Salmo 73).
Por considerar esse episódio extremamente importante justamente por se parecer com situações pelas quais também passamos, gostaria de compartilhar com você algumas das grandes lições que podemos aprender com ele, a fim de que não nos desviemos dos caminhos do Senhor, como quase ocorreu com esse servo de Deus.
Para facilitar nossa compreensão, começarei do versículo 2, no qual Asafe nos diz que os pés dele quase se desviaram e pouco faltou para que escorregassem. Todos nós sabemos que quando alguém escorrega perde o equilíbrio e pode se esborrachar no chão, quebrar ossos, sofrer escoriações pelo corpo e até morrer em consequência dos traumas.
Espiritualmente falando, não é diferente. Um “tombo” pode levar um indivíduo à morte espiritual, ou seja, a um afastamento definitivo de Deus, o que é realmente terrível, pois, sempre que nos afastamos do Pai, as tragédias começam a acontecer conosco.
Mas por que ele quase se desviou?
No versículo 2, ele começa a nos explicar os motivos pelos quais isso quase aconteceu: tinha inveja dos soberbos e da prosperidade deles. Mesmo sendo um homem de Deus, Asafe, perdera o foco, que era o Senhor, e isso o fez sentir inveja (sentimento de desgosto que se sente ao ver o sucesso de outrem ou o desejo de possuir aquilo que é de outra pessoa).
Exatamente por ter perdido o foco, sua visão espiritual ficou comprometida, passando a ver somente pontos positivos na vida dos ímpios e chegou a supor que não valia a pena ser fiel a Deus.
Em outras palavras: esse homem estava insatisfeito com Deus e com aquilo que era, tinha ou fazia. Por essa razão, passou a pensar que havia sido em vão ter purificado o seu coração e lavado as mãos na inocência, isto é, não tinha ganhado nada por ser correto ou íntegro; não havia recebido nenhum benefício ou recompensa de Deus por sua fidelidade. Pelo menos era assim que supunha (v 13,14).
Asafe ainda nos diz que quando pensou em compreender tais coisas ficou sobremodo perturbado (v 16). Então passou a ter sintomas psicossomáticos – aqueles que se manifestam fisicamente como resultado dos nossos pensamentos ou sentimentos. Observe que ele declara “Assim o meu coração se azedou e sinto picadas nos meus rins” (v 21). Veja que seu estado emocional e psicológico estava tão afetado que sentia picadas nos rins.
Além disso, ainda registra que se tornou embrutecido como um animal, ou seja, não tinha mais a capacidade de agir com a razão, com a inteligência; não conseguia mais discernir as coisas, isto é, estabelecer a diferença entre uma e outra (v 22). Certamente isso ocorreu porque, segundo sua avaliação, o Senhor não estava sendo justo com ele. Ora, conforme esse ponto de vista era mais vantajoso ser ímpio do que fiel.
Se olharmos ao nosso redor, veremos que também acontece o mesmo com muitíssimas pessoas. Por esse motivo, hoje há tantas pessoas decepcionadas com Deus e, em consequência dessa decepção, distanciam-se dele e da igreja, e tornam-se espiritualmente mortas. O pior é que na maioria das vezes nem percebem que estão nessa situação. Talvez, nós mesmos já tenhamos vivido essa experiência ruim.
Mas havia uma luz no fim do túnel para Asafe. Sua confusão mental perdurou somente até o momento em que entrou no santuário do Senhor (V 17). Foi nesse instante que ele entendeu qual seria o fim dos ímpios. E qual seria? Read the rest of this entry »

 

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