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Deus no banco dos réus

banco dos réus 2

Seria isso possível?

Por mais absurdo que pareça ser ou que de fato seja o que diz o título, ele reflete exatamente o pensamento de muitas pessoas. Até mesmo entre aquelas que se dizem cristãs.

Uma vez, por exemplo, ouvi da boca de uma aluna uma declaração que confirma o que foi dito. Segundo me disse, ela era uma serva de Deus e exercia um ministério. Porém, um dia, foi traída pelo marido.

Resultado? Jogou tudo para o alto. Abandonou o marido – e realmente tinha o direito de fazê-lo, pois a Bíblia assegura esse direito à vítima. A igreja e Deus também. Sim, Ele mesmo, porque, conforme desabafou comigo, o Senhor não deveria ter deixado o marido traí-la. Se aconteceu, então Ele era o culpado. E, como tal, foi posto no banco dos réus.

Lamentavelmente, ela não é um caso isolado. Há muitas pessoas assim. Boa parte afastou-se completamente. Outros continuam frequentando assiduamente a igreja, contudo totalmente decepcionados com o Senhor e, como consequência disso, magoados, revoltados e incrédulos.

Na realidade, tais pessoas não mais adoram a Deus em espírito e em verdade, como é o desejo Dele (João 4:23,24). Apenas cumprem “tarefas religiosas”, assinando periodicamente o ponto na igreja, como um indivíduo faz na empresa onde trabalha.

Mas será que o Senhor é mesmo o culpado de nossas tragédias pessoais? Ou é o próprio homem o responsável?

Para entendermos melhor, pensemos num exemplo bem próximo da nossa realidade: João é pai de dez filhos. É amoroso, justo, fiel, um educador extremamente sábio e trata a todos de igual modo. Inclusive quando precisa corrigi-los.  Além disso, não é autoritário; logo, não os obriga a nada. Somente os ensina e mostra-lhes o melhor caminho: da ética, da moral, da justiça, da honestidade, da integridade, do sucesso pessoal, da responsabilidade social, do temor a Deus, etc… etc… E permite que eles façam suas escolhas.

Que pai maravilhoso, não? É do tipo que todos gostariam de ter.

No entanto, um deles se torna Read the rest of this entry »

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Com quem você tem andado?

andar juntos

Já faz um bom tempo que essa pergunta está saltitando em minha mente. Ela vem e vai como se quisesse ser notada e receber a atenção merecida. Por essa razão, entendo que o Senhor quer dizer-nos alguma coisa a partir dela. E, para início de conversa, sugiro que, assim como eu, você faça essa indagação, usando a primeira pessoa do discurso: Com quem tenho andado?.

Para refletir sobre esse tema tão apetitoso, vamos a Gênesis 5:22 ao 24, que diz: “E viveu Enoque sessenta e cinco anos, e gerou a Matusalém. E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não foi visto mais, porque Deus para si o tomou”.

As Escrituras não trazem muitas informações sobre Enoque. Aliás, somente nessa passagem há uma referência mais completa sobre ele. Apesar disso, há uma riqueza extraordinária a ser explorada nela, a qual pode ser de extrema utilidade para nós, se tivermos olhos e ouvidos atentos ao que Deus quer nos mostrar.

A primeira delas é que não sabemos se antes de gerar seu primeiro filho ele já andava com Deus. Talvez, e apenas talvez, durante essa fase da sua vida, Enoque tinha escolhido andar como as demais pessoas da sua época. E, pelas informações bíblicas, a maioria absoluta de seus contemporâneos optava por seguir o seu próprio caminho, pouco se importando se isso agradava ou não ao Senhor.

É possível, não provável, que, como os outros, ele quisesse “curtir” a vida à sua maneira. Sair com os amigos. Namorar. Fazer descobertas próprias da juventude. Viver aventuras que lhe dessem muita adrenalina. Que fizessem a vida valer a pena. E, até certo ponto, não havia nada de errado com isso.

A segunda observação a fazer é que a Bíblia não registra por que ele passou a andar com Deus. No entanto, podemos supor que houve motivos importantes para que sua vida desse uma virada de 180º. Penso que, conforme ele foi amadurecendo, o deslumbramento com as coisas do mundo deixou de existir.

Quem sabe ele começou a perceber que a “curtição” não preenchia por completo seu vazio interior. É possível que a alegria produzida pelo vinho, as travessuras, as paqueras ou namoros e a presença dos amigos já não mais o completassem como ele desejava ou precisava. Nem mesmo os bens materiais ou a aprovação dos outros.

Talvez o jovem Enoque tenha observado que o mesmo acontecia com seus amigos. Possivelmente, percebeu que a vida fútil e sem propósito que levavam produzia tão-somente uma alegria momentânea e insuficiente para fazê-los de fato realizados e felizes. Como resultado dessa constatação, passou a refletir sobre o verdadeiro propósito da vida.

A terceira se refere ao momento em que ele decidiu Read the rest of this entry »

 

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Porta-voz de boas novas

                    porta voz

O Senhor será a tua esperança e guardará os teus pés de serem presos.” (Provérbios 3:26)     

     Diariamente somos bombardeados por más notícias. Os meios de comunicação de massa despejam, todos os dias, uma enorme quantidade de acontecimentos locais ou internacionais, que agem como verdadeiras bombas em nossa mente e coração. Como consequência disso,     ficamos emocionalmente abalados, revoltados ou frios em relação à dor, à miséria e a toda sorte de sofrimento que envolve nossos irmãos.

Outras vezes, recebemos tais informações de pessoas com quem convivemos. Porém, não raramente nós mesmos, ainda que não percebamos, também somos transmissores ou retransmissores desse veneno. No entanto, podemos e devemos agir de forma diferente. Se quisermos, temos condições de ser porta-vozes de boas novas, como o fez André, um dos primeiros discípulos de Jesus.

Para entendermos melhor, visitemos as Escrituras Sagradas. Lá em João 1: 35 ao 42, vemos que o Senhor estava passando perto do lugar onde João o batizara no dia anterior. Ao vê-lo, o profeta disse: “Eis aqui o Cordeiro de Deus”.

André era um dos que ouviram tal palavra e decidiu seguir Jesus, que os levou para conhecerem sua casa. No versículo 39, lemos que “ficaram com ele aquele dia”.

Não existe nenhum registro sobre o que conversaram. No entanto, podemos supor que foi um diálogo maravilhoso. Parece que estou vendo Jesus falando-lhes acerca do Reino de Deus e do propósito da vinda dele ao mundo.

Por certo, as palavras do Mestre tocaram tão profundamente o coração daqueles jovens que, ao saírem dali, a vida deles não foi mais a mesma. Creio que as doces palavras de Cristo soaram como boa música nos ouvidos deles, despertando neles a esperança de dias melhores. De libertação.

Pelo jeito, André foi o mais impactado dos dois. Isso fica claro porque, ao sair dali, ele encontrou seu irmão Simão Pedro e foi logo dizendo: “Achamos o Messias.” e levou-o a Jesus – João 1:41 e 42. E, a partir desse maravilhoso encontro, a vida dos dois irmãos tomou um rumo completamente oposto ao de antes. Mas para muito melhor.

Olhando para nós, o que podemos aprender com essa história? A resposta é simples, contudo profunda: também podemos levar uma palavra de esperança às pessoas, em especial àquelas que fazem parte da nossa família ou convivência.

Estou falando isso porque André, assim como todos os judeus, vivia sob o domínio do império romano. Logicamente, tal situação era muito ruim, pois eram oprimidos, explorados e não tinham liberdade para viverem integralmente a cultura judaica, conforme eram acostumados. Além disso, essa não era a vida que Deus planejara para eles.

Somente quem já viveu num regime político opressor ou quem foi escravo pode entender plenamente o que isso significa. Todavia, conseguimos compreender, embora minimamente, que era algo desconfortável e revoltante para os judeus.

Toda essa situação somente os fazia  mais desejosos da chegada da boa notícia de que a opressão romana havia chegado ao fim. Desse modo, o encontro de André com o Senhor alimentou ainda mais o desejo de libertação. Entretanto, aquilo não podia ficar somente para ele. Era preciso compartilhar essa preciosa e reconfortante informação com outros, a começar por sua família. E assim o fez.

Hoje não é diferente. Também nos sentimos oprimidos pelos políticos que governam o país. Aliás, nesses últimos anos, têm vindo à tona muita sujeira envolvendo nossos “representantes”. Nas últimas semanas, então, nem se fala. Obviamente, esse bombardeio nos faz sentir revoltados, desrespeitados, humilhados e até mesmo ultrajados.

Sentimo-nos assim porque, se de um lado vemos os cofres públicos sendo assaltados inescrupulosamente por quem devia guardá-los, do outro nos chocamos com a morte e a miséria de nossos irmãos por causa do descaso do poder público, justamente com aqueles que pagam tantos impostos e que deveriam ser atendidos e protegidos em seus mais básicos direitos.

Além disso, muitas vezes, somos sobrecarregados por tantos compromissos ou problemas, que ansiamos por uma libertação ou um libertador. Por isso, quando encontramos um porta-voz de boas notícias, é como se tivéssemos descoberto um oásis num deserto.

Com as pessoas com quem convivemos não é diferente. Sendo irmão de Pedro e trabalhando no mar com ele, penso que já haviam conversado muito sobre a situação na qual viviam e a respeito do desejo de ver cumprida a promessa feita por Deus de que enviaria um Salvador. Então, assim que teve o encontro com o Read the rest of this entry »

 

Confiança: um dos segredos da paz

confiança

Muitas vezes, experiências negativas com pessoas de carne e osso como nós geram consequências que transcendem, ou seja, vão além dos relacionamentos humanos. Seus efeitos podem afetar terrivelmente nosso relacionamento com Deus.

Isso ocorre porque, mesmo inconscientemente, transportamos para a relação com o Senhor os mesmos conceitos que regem as relações humanas. Além disso, também colocamos no mesmo pacote nossas decepções e frustrações, cujo peso é um fator decisivo para aumentar nossa incredulidade. Como consequência, os laços com Deus ficam estremecidos e comprometidos, gerando grandes prejuízos. Porém, não precisa ser assim.

Para isso, podemos aprender com a história de diversas pessoas e situações vividas por elas, especialmente aquelas que estão registradas nas Sagradas Escrituras. No entanto, antes de mergulhar em uma delas, é bom saber o que, de fato, significa confiança.

Essa palavra vem do latim confidentia; originada de confidere, que significa acreditar plenamente, com firmeza.  Ela é formada por com, intensificativo, mais fidere, “acreditar, crer”, que deriva de fides, “fé”. Também é relevante entender o significado de confiar: pôr algo, alguém ou a si próprio sob a guarda ou os cuidados de outrem.

Agora, sim, podemos viajar pela história de Abraão, o qual, antes se chamava Abrão. Para isso, voltemo-nos para Gênesis 12:1 ao 3. Nesse texto, vemos Deus se dirigindo a Abraão e dizendo-lhe: “Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei. Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção”.

Esse homem era riquíssimo. Era casado com uma bela mulher, a quem muito amava.  Além disso, vivia de forma confortável próximo de seus entes queridos. Logo, não tinha nenhum motivo aparente para sair da sua zona de conforto. Sendo assim, podia, perfeitamente, argumentar com o Senhor, dizendo-lhe que estava bem ali e que não tinha a mínima intenção de mudar-se.

Além do mais, como seria pai de um grande povo, ou pai de multidões, se não tinha nenhum filho? Para piorar, ele e sua mulher já estavam envelhecidos. Complicando um pouquinho mais, Sara era estéril. Portanto, havia bastantes motivos para ele não crer e nem confiar naquelas palavras. Muito menos, para deixar o seu cantinho, não é mesmo?

No entanto, ele decidiu crer e confiar que Deus tinha algo muito maior do que ele já possuía e que os planos do Pai eram superiores aos seus. Mas… Como foi possível? Read the rest of this entry »

 

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Mais uma noite com as rãs

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Não apenas a vida é uma caixinha de surpresas. O ser humano, de fato, também é. Aliás, talvez seja uma caixona. Basta olharmos para o Faraó do Egito que entenderemos como essa afirmação somente aparenta ser exagero.

Quando lemos Êxodo 7 ao 11, vemos que Deus havia ouvido as orações dos hebreus, os quais tanto sofriam como escravos dos egípcios, e decidira enviar Moisés para ser o mediador da libertação deles. Então, o enviado do Rei dos reis solicitou que o faraó os deixasse sair do território egípcio, a fim de prestar-lhe culto.

No entanto, o governante, conforme já era esperado, não permitiu a saída deles. Uma das razões humanas para a recusa do rei é que o povo de Deus fazia os trabalhos mais duros, e de graça. Caso saísse, traria grande prejuízo para o Egito, que tanto prosperava às custas dos escravos.

Entretanto, o Senhor já havia decidido libertar os hebreus. Logo, não seria um homem que o impediria de cumprir seus planos para com seus filhos. Assim, para que os egípcios entendessem quem de fato era Deus e quem estava no controle de todas as coisas no universo, ele começou a enviar as pragas, as quais neutralizavam as “forças” dos deuses adorados no Egito (inclusive o próprio rei), mostrando, assim, sua ineficácia e também revelavam a existência de um ser superior, o qual, ainda que não podia ser visto em forma física, era real e governava tudo e todos.

Em Êxodo 7:19 ao 25, vemos as águas do rio Nilo sendo transformadas em sangue. Como o Nilo era considerado a personificação de Hápi, que se acreditava ser o “deus da fertilidade”, tal praga colocou em xeque essa crença, pois provocou a morte dos peixes. Portanto, deu um duro golpe na crendice egípcia, a qual os fazia venerar algumas espécies de peixes. Desse modo, o Senhor mostrou que ELE é o Criador, o Dono da vida e quem permite que pessoas, animais e plantas sejam férteis e produzam abundantemente segundo a sua espécie.

Mesmo assim, o coração do rei continuou duro feito uma pedra, e não deixou o povo ir. Como consequência, Deus enviou a praga das rãs. Elas eram animais sagrados para os egípcios. Um de seus ídolos, a deusa Heqet tinha cabeça de rã, e os egípcios criam que ela possuía o poder criar as coisas.

Entretanto, a grande multiplicação de rãs fez com que a deusa Heqet parecesse maligna por ter atormentado dessa maneira o povo que lhe era tão devoto. As superstições dos egípcios os obrigaram a respeitar as criaturas que a praga lhes fez odiar, e que, se não fossem divindades, teriam destruído todas (Êxodo 8:2-14 – Equipe Biblia.com.br).

É justamente nesse ponto que quero refletir um pouco com você. Em Êxodo 8:7, lemos: “Mas os magos fizeram a mesma coisa por meio das suas ciências ocultas: fizeram subir rãs sobre a terra do Egito”. Porém, eles não conseguiram fazer nada para que elas desaparecessem. Obviamente, isso revelou a todos os egípcios que mesmo os magos mais competentes tinham poderes limitados.

Diante disso, a única alternativa do rei foi chamar aqueles que eram os representantes do Único e Verdadeiro Deus. Veja: “O faraó mandou chamar Moisés e Arão e disse: “Orem ao Senhor para que ele tire estas rãs de mim e do meu povo; então deixarei o povo ir e oferecer sacrifícios ao Senhor” – Êxodo 8:8.

Até aí, tudo bem. Leia: “Moisés disse ao faraó: “Tua é a honra de dizer-me quando devo orar por ti, por teus conselheiros e por teu povo para que tu e tuas casas fiquem livres das rãs e sobrem apenas as que estão no rio” – Êxodo 8:9. Mas algo estranho vem a seguir. Read the rest of this entry »

 

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Se você não pode, Jesus pode

Man sitting desperately under the cross

Não sei se o que vou dizer já aconteceu com você, mas comigo isso já aconteceu muitas vezes: Houve e ainda há situações nas quais me senti ou me sinto impotente e incapaz para agir ou reagir de modo correto a fim de resolver determinado problema. E tenho de confessar que é um sentimento realmente ruim e incômodo.

Por outro lado, sentir-me assim não é de todo mal nem vergonhoso, porque me faz perceber o quanto sou… humano e, consequentemente, limitado. Além disso, também me leva a fazer fantásticas descobertas a respeito do meu Senhor e Salvador. Assim, entendo que não estou sozinho para lutar contra esses leões e gigantes que teimam em se colocar no meu caminho. Desse modo, sinto-me fortalecido, amparado e vejo o quanto sou amado pelo meu Senhor, o qual jamais me desampara.

     Uma das descobertas mais lindas e importantes é que a Bíblia fala que Jesus veio ao mundo em forma divina e também humana. As Sagradas Escrituras ainda revelam os motivos pelos quais seu nascimento foi dessa forma. Veja o que declara o escritor da Epístola ao Hebreus: “Por essa razão, era necessário que ele se tornasse semelhante a seus irmãos em todos os aspectos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel com relação a Deus e fazer propiciação pelos pecados do povo. Porque, tendo em vista o que ele mesmo sofreu quando tentado, ele é capaz de socorrer aqueles que também estão sendo tentados” – 2:17 e 18.

Quão profunda é essa declaração! Sei que jamais vou conseguir externar aquilo que sinto quando a leio. Também minha limitação não me permite explicar totalmente esse texto. No entanto, tenho pedido ao Espírito Santo que caminhe comigo nesta jornada e me capacite para eu poder expressar algumas das verdades presentes aqui, pois creio que serão bênção para sua vida.

Antes, porém, quero dizer que não tenho conhecimento daquilo que está acontecendo com você neste momento. Sei apenas algumas coisas que acontecem com algumas pessoas e comigo. Contudo, isso não importa, porque, mesmo que eu soubesse de tudo, não teria poder para curar suas feridas e suprir suas necessidades mais profundas. Entretanto, vou indicar alguém que pode e tem prazer em socorrê-lo em todo tempo, especialmente naqueles em que está mais carente: Jesus.

Sendo assim, a primeira observação a fazer é que, como diz o texto bíblico mencionado acima, o Senhor se tornou semelhante a nós em todos os aspectos ou em tudo, a fim de nos entender integralmente e, assim, ter condições de nos socorrer quando formos tentados, o que, dependendo do contexto, significa os períodos nos quais passamos por alguma provação ou situação que foge ao nosso controle.

Consequentemente, tudo o que já passamos, estivermos passando ou viermos a passar não é nenhuma novidade ou algo desconhecido pelo Senhor. Se for uma dor física, ele também a sofreu, uma vez que foi espancado pelos soldados. Além do mais, puseram nele, à força, uma coroa de espinhos, causando-lhe uma dor intensa. Caso seja uma dor emocional ou psicológica, ele também a conhece muito bem.

Sendo a dor da humilhação pública, Jesus a sentiu profundamente, pois o despiram diante das pessoas, cuspiram em seu rosto, do qual só emanavam expressões e olhares de amor e de compreensão. Ademais, zombaram dele, disseram-lhe palavras depreciativas que, certamente, doíam no mais profundo da sua alma. Muito mais do que as bofetadas e chicotadas que desferiam em seu corpo.

Se porventura for a dor da decepção com as pessoas, o Senhor sabe muito bem o que isso significa. As pessoas a quem mais dedicara amor, bondade e tempo viraram as costas para ele. Judas o traiu covardemente, mesmo assim Jesus o chamou de amigo – Mateus 26:50. Pedro, que dissera que se preciso fosse morreria com ele, negou conhecê-lo – Mateus 26:35. Os demais discípulos também o abandonaram no momento em que carecia de, pelo menos, uma demonstração de amor e gratidão – Mateus 26:56.

A dor da solidão também não lhe é desconhecida. Como sabemos, Jesus não cometeu nenhum pecado (Hebreus 4:15). Todavia, quando foi posto naquela sangrenta cruz, o Senhor atraiu o pecado e a culpa de todos nós para, dessa forma, reconciliar-nos com o Pai. Por essa razão, naquele momento, Deus precisou se afastar dele, pois o pecado o afasta do homem – Isaías 59:2: “Mas as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dele, e por isso ele não os ouvirá”.

O desprezo e a incompreensão também Read the rest of this entry »

 

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Conselhos para uma vida feliz

Mais uma vez sou grato a Deus pela oportunidade de poder compartilhar com vocês os ensinamentos que tenho aprendido Dele. “Conselhos para uma vida feliz” é o meu 3° livro. Ele nasceu de um sonho e em 15 dias estava escrito.

Agora, chegou o dia do lançamento: 15/04/2017, às 19h00, na Livraria Nobel do Tivoli Shopping em Santa Bárbara d’Oeste.

Agradeço a todos os que puderem comparecer e aos que, de perto ou de longe, têm incentivado meu trabalho. Será uma honra tê-los num momento tão importante!

lançamento

 

 

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