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Arquivo da tag: Amar a Deus

Mantenha distância

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Sempre que trafegamos pelas rodovias, ou mesmo em vias urbanas, vemos caminhões ou similares com a seguinte advertência: “Mantenha distância”. Normalmente, trata-se de veículos que transportam produtos inflamáveis ou corrosivos. Outros, porém, levam quaisquer tipos de cargas, mas, ainda assim trazem esse alerta.

Talvez, por ser algo muito comum, os olhos leem, mas o cérebro parece não mais dar a devida importância à mensagem em questão. Isso, obviamente, pode representar um grande perigo a quem se aproxima demais. Justamente por essa razão, é comum, até demais, ocorrerem acidentes gravíssimos, os quais poderiam ser evitados se os motoristas levassem a sério esse aviso. Vidas seriam poupadas. Sofrimentos e prejuízos diversos não fariam parte da vida de tantas pessoas, não é mesmo?

Fazendo uma analogia com as demais áreas da vida, ou seja, uma relação, correlação ou aproximação, veremos que há muita semelhança. Quando tratamos da área espiritual, isso fica ainda mais evidente. Por esse motivo, quero compartilhar com você algumas reflexões sobre a necessidade de manter distância do mal. Para isso, veja o que diz Jó 1:1: Havia, na terra de Uz, um homem chamado Jó, íntegro, reto (ou justo), que temia a Deus e fugia do mal.

Considero essa declaração bíblica sobre Jó como uma das mais belas a respeito de uma pessoa. Entretanto, além da beleza, nela existem preciosas lições, as quais, se compreendidas e acatadas, sem sombra de dúvida evitarão que sejamos atropelados pelas carretas e caminhões que trafegam pela mesma estrada da vida que este veículo tão frágil, que somos todos nós.

A primeira coisa que me chama à atenção é que esse homem era (re)conhecido por sua integridade, isto é, por ter-se mantido ileso, intato, que não foi atingido ou agredido. No texto em questão, quer dizer que ele não havia sido afetado negativamente pela decadência moral e espiritual existentes em seu tempo. Apesar de conviver com a desonestidade e a falta de valores éticos, morais e espirituais de seus contemporâneos, Jó continuava sendo honesto. E, se você almeja obedecer aos mandamentos divinos, também precisa viver dessa maneira.

A segunda é que o texto declara que ele era reto. Segundo o dicionário, essa palavra quer dizer “que não tem curvatura, cujo traçado é linear; direto, direito. Em outras palavras: significa que ele seguia pela estrada da vida sem se desviar nem para a direita nem para a esquerda. Isso me faz lembrar do que Deus disse a Josué: “Somente seja forte e muito corajoso! Tenha o cuidado de obedecer a toda a lei que o meu servo Moisés lhe ordenou; não se desvie dela, nem para a direita nem para a esquerda, para que você seja bem-sucedido por onde quer que andar” –Josué 1:7.

Pelo que percebemos aqui, Jó agia desse modo. Ele se mantinha dentro da linha traçada por Deus. Ao fazer essa declaração, lembrei-me da antiga propaganda de uma marca de tênis. Ela mostrava duas situações bem distintas. Numa, a pessoa começava a correr em linha reta, entretanto, em pouco tempo, ia tombando para a direita e trombava num poste, porque estava calçando uma marca qualquer.

Logo em seguida, a segunda cena mostrava alguém que corria à vontade, fazia as curvas normalmente e chegava ao seu destino sem o menor problema porque usava o calçado da marca X. Pelo registro bíblico, vemos que Jó era assim, pois usava o calçado da obediência à palavra do Senhor. Além disso, vemos que ele era direito, ou seja, seguia a lei e os bons costumes; justo, correto, honesto; andava de acordo com os costumes, as normas morais e éticas etc.; certo, correto, justo.

Certamente foi por isso que esse homem recebeu tanto crédito de Deus e um lugar de destaque nas páginas do Livro Sagrado para os cristãos. Mas isso não é privilégio dele, pois o Pai não tem filhos prediletos: “Então Pedro, tomando a palavra, disse: Na verdade reconheço que Deus não faz acepção de pessoas” – Atos 10:34. Por isso, nós também precisamos e devemos ter tais características. Mesmo que vivamos no meio de tanta podridão moral, devemos viver dignamente diante do Senhor e dos nossos pares. Aliás, o Senhor não nos chamou para sermos iguais, mas diferentes (Romanos  12:2). Humildemente diferentes para o bem.

Outra razão que incluiu Jó nas Escrituras foi o fato de ser temente a Deus. Temer nesse caso não significa ter medo. O temor a Deus é um sentimento de Read the rest of this entry »

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Segundo o coração de Deus

Coração de Deus.jpg II

“… Encontrei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração…” (Atos 13:22)

     Outro dia, enquanto ministrava um estudo na escola bíblica, perguntei aos participantes qual seria, de acordo com o ponto de vista deles, a razão pela qual Deus fez tal declaração.     Evidentemente, as respostas foram muitas e variadas. Por exemplo: ele era obediente; temente; adorava ao Senhor com inteireza de coração; era destemido e justo; quando pecou, reconheceu seu erro e prostrou-se, arrependido, aos pés de Deus; e outras tão relevantes e verdadeiras quanto essas. Mas, para mim, ainda faltavam justificativas, as quais considero muito importantes. Por isso, almejo compartilhá-las com você.

Davi amava Deus, a Sua palavra  e também estar no templo. Em toda a sua trajetória de vida, constatamos isso em suas declarações e atitudes. Porém, é no livro dos Salmos que fica ainda mais clara essa intensa paixão. E, como entendo que a história dele pode nos inspirar e motivar, convido você para ver alguns textos que esclarecem o que foi dito acima.

Veja o que ele declara: “A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo. Quando poderei entrar para apresentar-me a Deus?” e também: “Ó Deus, tu és o meu Deus, eu te busco intensamente; a minha alma tem sede de ti! Todo o meu ser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água” (Salmos 42:2; 63:1; veja ainda 143:6).

Muitos de nós temos sede de muitas coisas: dinheiro, fama, sucesso, reconhecimento humano, atenção e carinho (o que é justo), riquezas, bens materiais e coisas semelhantes a essas. Já Davi tinha sede de Deus. Mas… o que significa isso? Quer dizer que tinha um desejo vivo, ardente e imoderado, o  qual o levava a buscar a face do Senhor continuamente.

Mais uma razão está no fato de o salmista ter imenso prazer em ir ao templo do Senhor: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor” – Salmo 122:1. Ele chega ao ponto de dizer que “vale mais um dia nos teus átrios do que em outras partes mil. Preferiria estar à porta da casa do meu Deus, a habitar nas tendas dos ímpios” – Salmo 84:10.

Outro motivo pelo qual Deus se refere a Davi dessa maneira é seu prazer em meditar na e guardar a palavra do Pai. Veja o Salmo 119:20,140,174: “Como anseio pelos teus preceitos!”; “Como anseio pelos teus preceitos!” “Anseio pela tua salvação, Senhor, e a tua lei é o meu prazer”.

O resultado de tudo isso não poderia ser outro: tornar-se um homem segundo o coração de Deus, sábio e bem-sucedido. Veja: “Como eu amo a tua lei! Medito nela o dia inteiro. Os teus mandamentos me tornam mais sábio que os meus inimigos, porquanto estão sempre comigo. Tenho mais discernimento que todos os meus mestres, pois medito nos teus testemunhos. Tenho mais entendimento que os anciãos, pois obedeço aos teus preceitos” – Salmo119:97ao100.
Se Davi colheu tantos frutos por causa da sua forma de ser e de agir em relação ao Senhor, também nós podemos. No entanto, é preciso atentar para as mesmas coisas que ele. Em outras palavras: ter sede de Deus, isto é, um desejo vivo, ardente e sem moderação; amar a Sua palavra (Uma pesquisa recente revelou que apenas 26% dos evangélicos leem a Bíblia diariamente. Que triste!); alegrar-se quando pode ir à casa do Pai; sentir prazer na lei do Senhor, pois é bem-aventurado o homem que possui esse sentimento e medita na Sua lei de dia e de noite – Salmo 1º:2 e 3. Agindo assim, certamente seremos pessoas segundo o coração de Deus.

 

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Andar com Deus

Enoque andava com Deus

Recentemente, eu disse à minha esposa que existem, na Bíblia, algumas declarações sobre homens e mulheres de Deus, as quais sempre me vêm à mente. Elas possuem um grande significado espiritual não apenas para eles, mas também para cada um dos que querem estar em comunhão com o Senhor e no centro da Sua vontade.  E, por considerá-las relevantes, almejo compartilhá-las com vocês. Mas, como são várias, agora falarei sobre apenas uma.

A primeira delas diz respeito a Enoque. Há poucos registros sobre esse homem, por isso não sabemos exatamente o que ele fez que tanto agradasse a Deus. No entanto, independentemente de sabermos ou de deixarmos de saber, em Gênesis 5:22 diz: “E andou Enoque com Deus 300 anos…”. Já no versículo 24, lemos: “E andou Enoque com Deus; e já não foi encontrado, pois Deus para si o tomou”. Ou como declara a Nova Versão Internacional: “… pois Deus o havia arrebatado”.

Que palavra maravilhosa! Enoque fez uma sábia escolha. Provavelmente, muitos de seus contemporâneos optaram por andar sozinhos, seguindo seus próprios pensamentos, ouvindo seu coração (nem sempre tão sábio) e agindo de acordo com seus conceitos, muitas vezes equivocados, e preconceitos. Quem sabe tantos de seus familiares ou amigos decidiram ouvir orientações de pessoas sem nenhum temor ou compromisso com o Senhor e seguir a estrada da vida com elas. Entretanto esse homem decidiu andar com o Pai.  Como consequência de sua escolha, o Senhor o tomou para si.

Todavia, não se engane. Creio que não foi nada fácil nadar contra a correnteza. Estou certo de que muitos dos que se diziam seus amigos ou mesmo familiares quiseram convencê-lo de que estava perdendo tempo e sendo tolo por procurar viver com integridade e fidelidade a um Deus a quem nunca tinham visto.

Considerando que viveu 365 anos, talvez em sua juventude Enoque nadou a favor da correnteza, isto é, de acordo com os princípios do mundo como os demais de sua geração. Por isso, estava em paz com as pessoas, mas não com o Senhor. Contudo chegou o momento no qual ele entendeu seu desígnio e passou a nadar contra a correnteza, o que exigiu dele grande esforço e coragem.

Talvez, por toda a pressão sofrida, em algum momento ele tenha pensado que estava agindo como um tolo confiando em Deus. É possível que, por causa da sua fé, sofreu alguns prejuízos de ordem financeira ou relacional. Pode ser que perdeu grandes amigos ou que familiares se afastaram dele, deixando-o triste, chateado ou até magoado. Mas ele não desistiu. Não perdeu o foco. Ele prosseguiu marchando em direção a Deus com quem por certo tivera muitas e belas experiências.

Quem sabe sua história tenha alguma semelhança com a desse homem. Talvez, por professar sua fé no Senhor, pessoas importantes para você passaram a discriminá-lo, como aconteceu com minha família quando tomou a decisão de entregar sua vida a Cristo.

Talvez, justamente nesse momento da sua vida você tem questionado ou se questionado se realmente vale a pena servir ao Senhor, manter sua integridade, crer e manter sua fé em um Deus ao qual nunca viu. Mas, creia, tenho uma boa notícia para você: vale, sim, a pena seguir em frente. Há um avultado galardão para aqueles que seguem caminhando, mesmo que em vales, desertos ou montanhas, conforme nos diz o escritor aos Hebreus, capítulo 11:35: “Não rejeiteis, pois, a vossa confiança, que tem grande e avultado galardão”.  Ou seja: existe grande ou exagerada recompensa.

Para finalizar, quero voltar a Enoque. Lembre que andar com Deus trouxe-lhe um excelente resultado: o Senhor o tomou para si. Certamente, havia milhares e milhares de pessoas em sua época. Entretanto só ele recebeu esse presente do Pai. Somente ele entrou para a História. No entanto, a melhor notícia que tenho para você é que o Senhor também quer tomá-lo para si. Portanto, mantenha sua fé, sua confiança e sua integridade a Deus. Não desista. Persista. Prossiga para o alvo, pois: “Nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas” (Filipenses 3:20 e 21).

 

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João-Bobo

Boneco-Joao-Bobo

Os passos de um homem bom são confirmados pelo Senhor, e deleita-se no seu caminho. Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o Senhor o sustém com a sua mão.” (Salmo 37:23,24)

Há um brinquedo com uma característica curiosa: sua base é bem pesada e a parte superior, muito leve. Por isso, mesmo que alguém o incline para os lados, não fica inclinado: sempre volta à posição de origem – a vertical. Seu nome? João–bobo. Não sei se esse é seu verdadeiro nome, mas é assim que o chamam na região de onde vim.

Ainda que lhe venha parecer uma tolice de minha parte, a imagem desse brinquedo me faz pensar na vida, especialmente no que tange à área espiritual e, automaticamente, na parábola de Jesus a respeito de dois construtores: um insensato e o outro, prudente (Mateus 7:7 ao 11).

O primeiro construiu sua casa sobre a areia. Talvez por querer economizar tempo, porque seria mais fácil escavar um terreno arenoso; dinheiro, já que exigia menos material e a mão-de-obra seria mais barata. Quem sabe não quis nem sequer contratar um engenheiro ou arquiteto para elaborar um projeto seguro e confiável – ou ainda por desejar facilidade.

O outro optou por construir sobre a rocha. Já imaginou o trabalhão que deu escavar/cavar nesse tipo de terreno? Quanto custou o projeto e a execução dele? E o tempo que gastou?

Entretanto, tudo é uma questão de escolha. E as colheitas que fazemos refletem muito bem o tipo de semente semeada (Gálatas 6:7: “Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.”), o tempo e os recursos empregados durante a construção.

Então podemos ver os seguintes resultados das escolhas feitas, das sementes plantadas, sobretudo quando sobreveio a tempestade.

A casa do primeiro certamente ficou pronta em menos tempo e exigiu menos investimento. Porém, diante das adversidades, ruiu e foi grande a sua queda, uma vez que ela não possuía alicerce e estrutura capazes de suportar a força dos ventos e das águas. Aquilo que em princípio parecia ser lucro, ser esperteza, tornou-se uma terrível dor-de-cabeça, um imenso prejuízo, desgraça e vergonha.

O segundo construtor foi muito mais prudente e sensato, não se preocupando com o tempo e com os recursos necessários para fazê-la com segurança, e a fez no tipo de solo adequado. Logo, estava preparada para enfrentar e resistir à força das águas e dos ventos, os quais batiam com enorme ímpeto contra ela e, mesmo assim, permanecer em pé e intacta. E foi isso o que ocorreu: depois da tempestade, estava ela de pé, firme e imponente.

Metaforicamente falando, o construtor que edificou sua casa sobre a areia é aquele que se apóia em filosofias e conceitos humanos ou em seu próprio “achismo”. Deus declara em Jeremias 17:5,9 e 10: “Maldito o homem que confia no homem, que faz da humanidade mortal a sua força, e aparta o seu coração do Senhor. (…) Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá? Eu, o Senhor,  esquadrinho o coração e provo os rins; isto para recompensar a cada um segundo a sua conduta e conforme o fruto das sua ações”.

Por quê? Porque confiar cegamente em si mesmo ou em outrem é um gigantesco erro. Somente em Deus podemos depositar plenamente nossa confiança. Ele é infalível e imutável. “Não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?” (Números 23:19)

Pode ser também o cristão que não alicerça sua vida espiritual nem a física, emocional, psicológica, familiar, profissional, financeira ou qualquer outra área dela sobre a Palavra do Altíssimo, sobre a oração e o jejum. Tais pessoas desabam, sucumbindo com imensa facilidade e rapidez diante das intempéries. Sua queda é perceptível a todos. Sua desgraça é gigantesca e pode até afetar os que estão ao seu redor. (Já viu alguma história assim? Que tristeza, não é?)

Já aquele que erigiu sua casa sobre a rocha é o cristão sábio, o qual fundamenta todas as áreas da sua vida nos mandamentos e promessas de Deus. Cultiva uma rotina de leitura da Palavra e meditação, isto é, investe tempo em refletir a respeito do que leu, como ensina o Salmo 1º:1,2: “Bem-aventurado – feliz de verdade – o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite.”. Mantém um período de oração (“Orai sem cessar” – I Tessalonicenses 5:17) e jejum (“E era viúva, de quase oitenta e quatro anos, e não se afastava do templo, servindo a Deus em jejuns e orações, de noite e de dia.” – Lucas 2:37).

Não quero dizer, no entanto, que você deve deixar seus afazeres, suas obrigações cotidianas para se dedicar a isso. O que desejo lhe transmitir é que precisa investir tempo em sua vida espiritual. O tempo que você pode. Caso contrário, não terá sabedoria e forças para enfrentar o dia mau e permanecer em pé.

Um cristão sábio, portanto, não se deixa levar por filosofias humanas, “achismos”, conceitos ou preconceitos. Assim, ao ser atingido por alguma tempestade, pode até tombar para os lados, mas não será destruído, não sucumbirá, não entrará em desespero, não entrará em pânico, não ficará prostrado. Antes, como águia, ele sairá renovado e fortalecido daquela situação, e não provará do opróbrio (vergonha intensa e contínua) nem afetará negativamente quem está ao seu redor.

Ao contrário, servirá de exemplo vivo para outros que também precisam vencer, mas não sabem como, pois, nessa situação e nessa pessoa, verão cumpridas as promessas que dizem: “Porque o justo sete vezes cairá, e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal.” (Provérbios 24:16) e “Toda arma forjada contra você não prosperará, e toda a língua que se levantar contra você em juízo você a condenará…” (Isaías 54:17).

Meu querido, o construtor sábio é como o joão-bobo: pode até tombar para um lado e para o outro ao passar por alguma adversidade; entretanto, sempre voltará ao centro, onde é o seu lugar. É uma pessoa estável, que não teme falsos rumores (“Não temerá más notícias; seu coração está firme, confiante no Senhor. O seu coração está seguro e nada temerá. No final, verá a derrota dos seus adversários.” – Salmo 112:7,8)

Também é ou será um indivíduo que não vive pela lógica do mundo, mas pela de Deus (“E não se conformem com este mundo, mas sejam transformados pela renovação da sua mente/entendimento, para que experimentem a boa, perfeita e agradável vontade de Deus.” – Romanos 12:2). Por isso, convido você a ser também um “joão-bobo” (no bom sentido da palavra, é claro).

Que o Senhor o abençoe rica e abundantemente em tudo e lhe dê sabedoria – a coisa principal, como nos diz Provérbios 4:7 –, a fim de que você também seja um construtor sábio, cuja casa permanecerá inabalável e intacta, mesmo em meio às mais fortes e aterradoras tempestades que vierem açoitá-lo ao longo da sua trajetória aqui na terra.

 

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SEJA FEITA A TUA VONTADE

nas mãos de Deus, Deus cuida

Espírito Santo – Fernanda Brum

Quando lemos o versículo em que Jesus se coloca à disposição de Deus totalmente, – “ Pai, passa de mim esse cálice, todavia seja feita a Tua vontade.”-  nos alegramos pelo fato de Jesus ter morrido na cruz em nosso lugar e por esse motivo temos livre acesso ao trono da Graça. Quando nos deparamos com Paulo que diz: “A tua graça me basta”, nos damos o direito de dizer como ele e nos colocar na plena dependência de Deus, crendo que seremos capazes de viver assim independente da situação. Onde pretendo chegar? Talvez nunca de fato imaginamos o que vem a ser viver apenas com a graça de Deus. Gostaria de refletir com você algumas situações:

  • Se faltar o pão em nossa mesa e o dinheiro no nosso bolso, seremos capazes de dar graças por tudo e viver na dependência de Deus?
  • Se faltar a saúde, diremos e faremos como Jó? Adoraremos a Deus mesmo assim?
  • Se estivermos a beira da morte sem entender o motivo do nosso declínio, seguiremos adorando a Deus até nos restar um último suspiro?
  • Se o Senhor pedir nossos filhos como fez com Abraão, seguiremos firmes na nossa fé?
  • Se o Todo Poderoso Deus entregar em nossas mãos uma criança com necessidades especiais, seremos capazes de entender a vontade de Deus e continuar O adorando em espírito e em verdade? Read the rest of this entry »
 
 

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AMIGO DE DEUS

Meu amigo é aquele em quem confio

Meu amigo é aquele em quem confio

Amigo de Deus – Adhemar de Campos

      É bom ter amigos?

     Essa pergunta parece ser muito tola, porém, nesse contexto, ela é pertinente, a fim de que possamos refletir um pouquinho sobre esse tema tão relevante, especialmente nos dias de hoje, nos quais tem sido cada vez mais difícil encontrar tempo para alimentar uma verdadeira amizade ou experiências desagradáveis anulam o desejo de ter alguém com quem compartilhar assuntos e coisas significativas, pois, como diz o ditado popular, “gato escaldado tem medo de água fria”.

      No entanto, mesmo que tenhamos vivenciado traições ou sabido de outros que foram vítimas de “amigos da onça”, isto é, pessoas que não mereceram a confiança depositada nelas, não podemos criar um falso absoluto a respeito disso.

      O que é um “falso absoluto”?

      Para facilitar a compreensão, exemplificarei de modo bem simples: Juca tem um pai injusto. Então ele aplica a tal experiência o seguinte raciocínio: Joca é pai. Ele é injusto; logo, todos os pais são injustos. Entendeu?

      Mas… O que significa amigo? Read the rest of this entry »

 

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O poder de Deus operando na Índia

 

Mulher Indiana

Mulher Indiana

 

Temos uma grande liberdade de expressar nossa fé aqui no Brasil. Esse é o paraíso para os cristãos viverem em liberdade. Não podemos, em hipótese nenhuma, reclamar de perseguição, discriminação ou algo parecido em nosso país.

Muitas vezes, nossa pobre imaginação não consegue imaginar o que significa a expressão “perseguição aos cristãos“. Não conseguimos mensurar o tamanho sofrimento vivido pelos nossos irmãos onde a liberdade religiosa não existe. A mim, paira uma pergunta no ar: “Se vivêssemos num lugar como esse, amaríamos ao Senhor do mesmo modo como amamos aqui no Brasil?” Não pretendo deixar aqui nada que possa levar-nos a uma única e rápida resposta. Quero apenas que eu e você reflitamos sobre essa questão.

Há um vídeo produzido pela Missão Portas Abertas que traz o depoimento de uma irmã indiana e sugiro que você pare alguns minutos para ver o que a fé em Jesus Cristo pode fazer na vida de uma pessoa que, embora com milhares de deuses à disposição, resolveu crer no único Senhor e Salvador e o quanto ela tem sido agraciada, acolhida e valorizada pelo Senhor Todo-Poderoso.

 

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