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Como ter paz

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Atualmente, falar de paz parece ser falta de bom senso, pois, aonde olhamos ou olharmos, há bastantes motivos para nos sentirmos apreensivos e inseguros. Porém, quando voltamos nossos olhos para as Escrituras Sagradas, entendemos ser possível desfrutar desse precioso sentimento sim.

Um dos textos bíblicos que nos dá base para essa afirmação está em Jó 22:21. Nele, lemos o seguinte: “Una-se, pois, a Deus e tenha paz; e o bem lhe sobrevirá”. Assim, compreendemos que o primeiro requisito ou condição para ter esse sentimento de modo verdadeiro é unir-se ao Senhor, uma vez que ele é a fonte da paz genuína e duradoura.

Quando queremos água, por exemplo, precisamos ir direto à fonte ou a um bebedouro, não é? Por que, então, muitas pessoas não se dirigem diretamente ao Senhor, o qual é o Príncipe da paz? Há muitos que a procuram nas drogas, no trabalho, na família, no casamento, no sexo, no dinheiro, na religião ou em quaisquer outras coisas, porque isso as faz sentir-se bem por alguns momentos.

Entretanto, em pouco tempo, estarão como antes. Isso acontece porque é como alguém beber refrigerante ao invés de água, quando se está sedento. Ou seja, não se sentirá saciado de verdade. Apenas enganará a sede por um pouco de tempo, pois, por mais gostoso que seja, refrigerante é refrigerante; não água.

Outro texto que nos dá a certeza de que podemos ter paz mesmo em meio à tempestade está em Isaías 26:3, o qual diz: “Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti, porque ele confia em ti”. Ao dizer “tu”, o profeta está se referindo a Deus. Desse modo, entendemos que nos unindo ao Senhor e tendo a mente firme nele seremos conservados em paz, ou seja, ela não existirá apenas por alguns momentos, mas fará parte da nossa vida.

Pelo que é possível compreender, tal fato acontece porque, agindo assim, demonstramos confiar nele. Isso significa reconhecermos que ele está no controle de todas as situações pelas quais passamos ou passarmos. Logo, mesmo que não vejamos uma luz no fim do túnel, manteremos nossos olhos fitos no Senhor, não nas circunstâncias pelas quais estamos envolvidos. E ele, sem dúvida, moverá sua mão em nosso benefício e dará a saída necessária.

Voltando a Jó 22:21, vemos que a consequência dessa união com Deus, além de gerar paz em nosso coração, fará com que o bem, ou como diz a Nova Versão Internacional, a prosperidade nos sobrevenha, isto é, alcance e passe a fazer parte integrante da nossa vida. Vale lembrar que prosperar significa colher bons frutos ou obter bons resultados. 

    Outro texto importante sobre esse tema está registrado em João 16:33 e foi proferido por Jesus. Antes de dizê-lo, o Senhor falava com seus discípulos sobre sua morte e ressurreição. E, para finalizar aquela conversa, o Mestre disse-lhes: “Tenho dito isso para que em mim vocês tenham paz. No mundo vocês terão aflições, mas tenham bom ânimo, porque eu venci o mundo”.

Parece um tanto absurdo Jesus falar a eles sobre paz, pois as circunstâncias não eram favoráveis. Para piorar, o Senhor os advertira, dizendo que no mundo teriam aflições. Contudo, não existe nenhum despropósito nem contradição nisso. O que o Mestre lhes quis ensinar é que a verdadeira e duradoura paz não provém da ausência de aflições ou problemas. Ela é fruto da presença dele na vida da pessoa.

Certamente, foi por essa razão que em João 14:27 ele proferiu as seguintes palavras aos discípulos: “Deixo-lhes a paz; a minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem se atemorizem”. Como é a paz que o mundo dá? Ela é resultado da ausência de situações adversas, tais como: doenças, desemprego, problemas familiares ou conjugais ou quaisquer outros semelhantes a esses. Logo, sob esse ponto de vista, não existe paz, uma vez que todos nós passamos pelo fogo, desertos, mares, e violentas tempestades.

No entanto, quando convidamos Jesus para ser nosso Senhor e Salvador, sabemos que não mais estamos abandonados à própria sorte. Podemos ter bom ânimo, ou seja, entusiasmo, coragem ou força moral, porque ele venceu o mundo. Desse modo, subentendemos ou compreendemos que COM ELE também venceremos. Por esse motivo, não precisamos ficar desesperados ou perturbados. Se o Mestre estiver em nosso barco, jamais naufragaremos. As ondas até podem nos açoitar e nos assustar, mas não seremos tragados pelo mar revolto.

Nessa mesma linha de raciocínio, o apóstolo Paulo nos admoesta, ou melhor, orienta, Read the rest of this entry »

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Mantenha distância

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Sempre que trafegamos pelas rodovias, ou mesmo em vias urbanas, vemos caminhões ou similares com a seguinte advertência: “Mantenha distância”. Normalmente, trata-se de veículos que transportam produtos inflamáveis ou corrosivos. Outros, porém, levam quaisquer tipos de cargas, mas, ainda assim trazem esse alerta.

Talvez, por ser algo muito comum, os olhos leem, mas o cérebro parece não mais dar a devida importância à mensagem em questão. Isso, obviamente, pode representar um grande perigo a quem se aproxima demais. Justamente por essa razão, é comum, até demais, ocorrerem acidentes gravíssimos, os quais poderiam ser evitados se os motoristas levassem a sério esse aviso. Vidas seriam poupadas. Sofrimentos e prejuízos diversos não fariam parte da vida de tantas pessoas, não é mesmo?

Fazendo uma analogia com as demais áreas da vida, ou seja, uma relação, correlação ou aproximação, veremos que há muita semelhança. Quando tratamos da área espiritual, isso fica ainda mais evidente. Por esse motivo, quero compartilhar com você algumas reflexões sobre a necessidade de manter distância do mal. Para isso, veja o que diz Jó 1:1: Havia, na terra de Uz, um homem chamado Jó, íntegro, reto (ou justo), que temia a Deus e fugia do mal.

Considero essa declaração bíblica sobre Jó como uma das mais belas a respeito de uma pessoa. Entretanto, além da beleza, nela existem preciosas lições, as quais, se compreendidas e acatadas, sem sombra de dúvida evitarão que sejamos atropelados pelas carretas e caminhões que trafegam pela mesma estrada da vida que este veículo tão frágil, que somos todos nós.

A primeira coisa que me chama à atenção é que esse homem era (re)conhecido por sua integridade, isto é, por ter-se mantido ileso, intato, que não foi atingido ou agredido. No texto em questão, quer dizer que ele não havia sido afetado negativamente pela decadência moral e espiritual existentes em seu tempo. Apesar de conviver com a desonestidade e a falta de valores éticos, morais e espirituais de seus contemporâneos, Jó continuava sendo honesto. E, se você almeja obedecer aos mandamentos divinos, também precisa viver dessa maneira.

A segunda é que o texto declara que ele era reto. Segundo o dicionário, essa palavra quer dizer “que não tem curvatura, cujo traçado é linear; direto, direito. Em outras palavras: significa que ele seguia pela estrada da vida sem se desviar nem para a direita nem para a esquerda. Isso me faz lembrar do que Deus disse a Josué: “Somente seja forte e muito corajoso! Tenha o cuidado de obedecer a toda a lei que o meu servo Moisés lhe ordenou; não se desvie dela, nem para a direita nem para a esquerda, para que você seja bem-sucedido por onde quer que andar” –Josué 1:7.

Pelo que percebemos aqui, Jó agia desse modo. Ele se mantinha dentro da linha traçada por Deus. Ao fazer essa declaração, lembrei-me da antiga propaganda de uma marca de tênis. Ela mostrava duas situações bem distintas. Numa, a pessoa começava a correr em linha reta, entretanto, em pouco tempo, ia tombando para a direita e trombava num poste, porque estava calçando uma marca qualquer.

Logo em seguida, a segunda cena mostrava alguém que corria à vontade, fazia as curvas normalmente e chegava ao seu destino sem o menor problema porque usava o calçado da marca X. Pelo registro bíblico, vemos que Jó era assim, pois usava o calçado da obediência à palavra do Senhor. Além disso, vemos que ele era direito, ou seja, seguia a lei e os bons costumes; justo, correto, honesto; andava de acordo com os costumes, as normas morais e éticas etc.; certo, correto, justo.

Certamente foi por isso que esse homem recebeu tanto crédito de Deus e um lugar de destaque nas páginas do Livro Sagrado para os cristãos. Mas isso não é privilégio dele, pois o Pai não tem filhos prediletos: “Então Pedro, tomando a palavra, disse: Na verdade reconheço que Deus não faz acepção de pessoas” – Atos 10:34. Por isso, nós também precisamos e devemos ter tais características. Mesmo que vivamos no meio de tanta podridão moral, devemos viver dignamente diante do Senhor e dos nossos pares. Aliás, o Senhor não nos chamou para sermos iguais, mas diferentes (Romanos  12:2). Humildemente diferentes para o bem.

Outra razão que incluiu Jó nas Escrituras foi o fato de ser temente a Deus. Temer nesse caso não significa ter medo. O temor a Deus é um sentimento de Read the rest of this entry »

 

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Vento Contrário…

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Navegar em alto mar deve ser uma experiência fantástica e inesquecível. Por outro lado, também é algo que causa receio e apreensão, pois, por mais moderna, bem equipada e segura que pareça ser a embarcação, diante da força das águas e do vento ela se torna muito frágil.

Caso voltemos há quase dois mil anos atrás, verificaremos que a simples ação de navegar já era uma grande aventura. Se fosse em alto mar, o grau de dificuldade era ainda maior. Sendo em meio a uma tempestade, então, o risco de perder a vida atingia seu nível mais elevado. Isso porque os recursos para navegação eram poucos e as embarcações não eram providas de equipamentos de segurança como as de hoje.

Quando olhamos para Mateus 14:22 ao 33, vemos os discípulos de Jesus passando por uma situação complicadíssima. Já era madrugada e eles estavam atravessando o mar, como o Mestre lhes ordenara. De repente, o barco no qual navegavam começou a ser açoitado pelas ondas, pois o vento soprava contra ele. E, mesmo sendo homens experientes, visto que muitos deles eram pescadores profissionais, certamente não conseguiam controlar a embarcação como era preciso e desejado.

Olhando para nossa vida, veremos que em alguns momentos acontece algo semelhante, ou seja, embora estejamos seguindo alguma orientação do Senhor, o vento contrário também começa a atingir nosso barco, deixando-nos com os sentimentos de impotência, de dúvida e de medo por não sabermos como agir, mesmo que sejamos especialistas naquela área.

Ora, se Jesus era onisciente, isto é, sabia de todas as coisas, também tinha conhecimento de que seus discípulos enfrentariam uma tempestade em alto mar. Por que, então, ele lhes deu tal ordem? Porventura, queria vê-los sofrer ou mesmo morrer? E conosco, será que tem prazer em nos ver envolvidos em situações que nos colocam em risco?

Evidentemente, não. No entanto, o Mestre sabe que precisamos crescer e, acima de tudo, crer e confiar que ele está no controle. Por outro lado, muitas vezes, ou na maior parte delas, fazemos determinadas coisas, assumimos compromissos ou nos envolvemos em relacionamentos por nossa conta e risco. Não o consultamos antes de tomarmos decisões e depois queremos culpá-los por nossos fracassos e sofrimento.

Muitos, inclusive, começam a blasfemar ou murmurar contra Deus. O que, de fato, não é justo nem justificável. Logo, não podemos nem devemos atribuir ao Senhor a responsabilidade de algo que foi fruto da nossa imprudência, irresponsabilidade, incredulidade ou do sentimento de autossuficiência, o qual nos levou a agir por conta própria, sem consultá-lo, sem buscar orientações em sua Santa Palavra.

Mas, nesse caso específico, eles estavam seguindo a ordem de Cristo. Todavia, isso não evitou que passassem por aquela tão grande adversidade. Ora, qualquer pessoa que entra no mar está sujeita a tempestades. Conosco não é diferente. Viver é uma grande aventura. E nela os altos riscos são uma realidade. Contudo, se estivermos agindo de acordo com a palavra de Deus, certamente não estaremos sozinhos no mar revolto, açoitados pelas fortes ondas e pelo implacável vento.

Ao contrário. Mateus 14:25 diz que à quarta vigília da noite, ou seja, às três horas da madrugada Jesus se dirigiu a eles, caminhando por cima do mar. Que cena magnífica! Isso significava que, para ele, aquela tempestade não era nada ou nem existia. Queria dizer ainda que ele tinha total controle da situação. Não podemos nos esquecer de que, além de onisciente, ele também é onipotente, ou melhor, pode todas as coisas ou tem todo o poder.

A seguir ocorre uma cena engraçada – Mateus 14:26 e 27. Talvez movidos por determinadas crenças ou superstições e pelo medo que os envolvera, ao verem alguém andado sobre as águas, pensaram ser um fantasma. Conosco não é diferente. As terríveis adversidades pelas quais passamos (e todos nós passamos em algum ou em alguns momentos da vida – João 16:33) também nos fazem sentir como se estivéssemos num mar revolto. Nessas ocasiões não enxergamos uma solução ou não discernimos, em meio a elas, que é o Senhor quem está vindo em nossa direção. Por isso, também ficamos apavorados e gritamos em consequência disso.

A cena posterior nos é muito reconfortante. Jesus se dirige a eles e lhes fala: “Coragem! Sou eu. Não tenham medo!” – Mateus 14:27. Ao ouvir isso, Pedro, sempre o mais afoito, argumenta: “Se é o senhor mesmo, mande que eu vá andando em cima das águas até onde o Senhor está” – Mateus 14:28. Então Jesus lhe disse para ir ao seu encontro – 14:29.

Pedro desceu do barco e andou sobre as águas para ir ter com Jesus. Mas, sentido o vento forte, ficou com medo e começou a afundar. Nesse momento, clamou: “Senhor, salve-me!” – 14:30. E Jesus, estendendo a mão, segurou-o e disse-lhe: “Como é pequena a sua fé! Por que você duvidou?” – 14:31.

Quem sabe, você esteja pensando que Pedro realmente foi insensato e fraco na fé. Porém, eu lhe pergunto: “Você já andou sobre as águas alguma vez? Já viu outra pessoa na Bíblia que tenha feito isso além dele?” Penso que não. Eu nunca vi. Ele é o único que pode bater no peito e dizer: “Eu andei sobre as águas!”.

No entanto, o que há de mais importante aqui não é saber que esse homem andou, literalmente, sobre as águas. É saber que Jesus não abandonara seus discípulos. Apenas os deixara por um momento, para que tivessem experiências mais profundas, as quais os tornariam mais maduros espiritualmente falando.

Também fez isso para esse fato servir de lição a todos nós, a fim de sabermos que, mesmo em meio às mais terríveis tempestades que se levantam conta a nossa vida, Deus não se esquece de nós ou nos abandona à própria sorte. No entanto, é preciso entender que Ele é o Senhor e não um fantasma. Portanto, mesmo que os ventos sejam fortes, que as ondas sejam gigantescas e que o barco da nossa vida esteja sendo jogado de um lado para o outro em alto mar, Jesus sempre está vindo em nossa direção. Sendo assim, ao invés de nos desesperarmos, clamemos como Pedro: “Senhor, salve-nos!” Em vez de fugirmos dele, fujamos para ele.

Caso façamos essa oração tão curta, mas de forma tão sincera como esse discípulo, também seremos atendidos. Lembremo-nos que o desejo do Pai não é que pereçamos por causa das adversidades ou das tempestades. Elas vêm. Todos nós estamos sujeitos a passar por desertos e mares bravios ou até mesmo pelo vale da sombra da morte. Porém, se mantivermos nossos olhos fitos em Deus, e não nas circunstâncias, certamente o socorro virá. Podemos até perder algumas batalhas; contudo, não seremos destruídos.

Para finalizar, quero que leia Isaías 49:15 e 16 a: “Pode uma mãe esquecer-se do filho que cria, que não tenha compaixão dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, não me esquecerei de você. Veja,  eu gravei você nas palmas das minhas mãos…”. Sendo assim, saiba que mesmo que o vento seja totalmente contrário, existe alguém que é a seu favor: Jesus Cristo, o Emanuel, ou seja, Deus conosco. Então, em vez de perder a fé e afundar no mar revolto, continue crendo em Deus e buscando o socorro.

 

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Orfandade

O mundo está cheio de órfãos. Órfãos de pais, de filhos, de afeto, de atenção... órfãos de tudo!!

“Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.” (João 14:18)

 

Quando se fala em orfandade, logo nos lembramos de coisas extremamente negativas. Por isso, um dos textos bíblicos pelos quais sou apaixonado é o que utilizei na abertura deste artigo. E, justamente por considerá-lo uma das pérolas de maior valor das Escrituras Sagradas, se é que posso fazer tal afirmação já que todos trazem lições assaz relevantes para nós, quero compartilhar com você algumas das reflexões que podemos fazer a respeito dele e dos ensinamentos preciosos que ele traz.

Para isso, convido-o a pensar comigo na palavra orfandade e em suas implicações, pois, como afirmei na introdução, ela nos remete a algo ruim. Vamos lá?

Em primeiro lugar, vale lembrar que ser órfão significa não ter o pai e a mãe ou pelo menos não ter um dos dois genitores. Assim, quando Jesus diz aos discípulos que não os deixaria órfãos, está declarando que eles não ficariam sem pai. Enquanto esteve com eles, o Senhor lhes foi como um pai. Basta lembrar que em João 10:30 ele fala: “Eu e o Pai somos um”. Logo, entendemos que o Mestre assumiu esse papel durante o período de tempo que esteve aqui na terra.

Em segundo lugar, é importante recordar que a ausência dos pais gera nos filhos os sentimentos de solidão, de vazio, de insegurança, de abandono, de medo quanto ao que há de acontecer. Enfim, passam a se sentir perdidos como um barco à deriva num mar tempestuoso.

Em terceiro lugar, um órfão se sente como um marinheiro que não tem um porto seguro onde possa atracar o seu navio. Sente-se um pássaro sem árvore e sem ninho onde possa repousar depois de um dia de vôos, de caçadas e de fugas de implacáveis predadores. Ao dizer isso, passei a pensar em mim mesmo, pois perdi meus pais há muitos anos e até hoje há situações nas quais me sinto desse modo. Tenho vontade de compartilhar alegrias e tristezas com eles, mas não os tenho por perto. Tenho vontade de sentar-me ou deitar-me em seu colo para desabafar ou rir, porém não me é possível fazê-lo.

Em quarto lugar, a falta de genitores também lembra a ausência de um provedor. Dependendo da idade ou das condições financeiras de um indivíduo, existe a carência de alguém que lhe supra suas necessidades primárias, tais como o alimento, a roupa, o calçado, o remédio e outras semelhantes a essas. No entanto, essa dependência ou precisão ultrapassam o limite do que foi posto como exemplo. Ao dizer isso, refiro-me a coisas que o dinheiro não pode comprar ou não podem ser classificadas como materiais. Digo, por exemplo, da provisão de amor, de carinho, de companheirismo, de compreensão, de cumplicidade, de atenção, de palavras de conforto ou de motivação, de estímulo ou cobrança, de elogio ou de um puxão de orelha na hora certa e outros da mesma natureza.

Portanto, quando Jesus falou que não nos deixaria órfão, creio piamente que queria dizer Read the rest of this entry »

 

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Tome posse da paz de Cristo em sua vida!

Deus planejou que você tenha a paz de Cristo. Jesus pagou o preço máximo para que você tivesse paz. Essa paz lhe pertence. Entretanto, você deve tomar posse dela. Assim como era necessário que o soldado romano calçasse as botas antes de marchar para a batalha, você deve agir pela fé e apossar-se da paz que Cristo lhe oferece.

Tendo o seu coração e a sua mente revestidos com a paz de Cristo, você estará protegido contra os ataques de Satanás. Qualquer que seja a batalha que tenha de enfrentar, será inabalável e invencível! Satanás tentará roubar a sua paz, para que você fique indefeso. Não permita que ele faça isso!

Ele tentará lembrá-lo de pecados passados e questionará a sua posição perante Deus. Também tentará lembrá-lo de todos os erros que já cometeu, para fazÊ-lo sentir-se culpado e tirar a sua liberdade de servir a Deus. Ele quer que você se sinta desestimulado e derrotado. Mão permita que o Diabo roube a sua paz! “Portanto, agora já não há condenação para os que estão em Cristo Jesus!”(Rm 8:1)

Quando Satanás tentar atormentá-lo com o passado, com os seus fracassos e pecados, não permita que isso permaneça em sua mente nem sequer um minuto! assim que Satanás atacar a sua mente, faça uso da autoridade que você tem sobre ele e expulse esses pensamentos. Diga:

“Afaste-se de mim, Satanás! Todos os meus pecados foram cobertos pelo sangue de Jesus”.

Calçado com o evangelho da paz, você obterá vitória plena!

 

(reflexão extraída da Bíblia de Estudo – Batalha espiritual e Vitória financeira)

 

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PORTO SEGURO

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Guia-me sempre – Heloisa Rosa (ouça)

         Quando perdemos alguém ou alguma coisa que consideramos muito importante para nós (pai, mãe, filho, cônjuge, amigo, emprego, casa ou outros), ficamos, como se diz popularmente, “sem chão”; sentimo-nos completamente perdidos. Aliás, não são poucos os que entram em depressão ou desespero, mesmo se as perdas envolverem coisas fúteis e passageiras, como ver seu time do coração ser rebaixado. Há até quem mate ou se mate por esse motivo.

          Outras vezes, isso acontece ao sermos decepcionados por uma pessoa considerada especial. Tínhamos grandes expectativas em relação a ela. No entanto, vemos tudo ir por água abaixo; vemos nossos sonhos se desfazerem; nossos castelos ruírem.

 

Um fato semelhante a esse ocorreu com bastantes discípulos de Jesus. Certa feita, o Mestre fez um discurso falando sobre quem Ele era, como haveria de morrer e a respeito da incredulidade do povo (João 6). Desde então, muitos dos seus seguidores tornaram para trás, e já não andavam com ele (Jo 6:66). Read the rest of this entry »

 

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JOÃO-BOBO

( foto: Rui Sousa )

Quando a tempestade vem – Diante do trono

       “Os passos de um homem bom são confirmados pelo Senhor, e deleita-se no seu caminho. Ainda que caia, não ficará prostrado, pois o Senhor o sustém com a sua mão.” (Salmo 37:23,24) 

 

         Há um brinquedo com uma característica curiosa. Sua base é bem pesada e a parte superior, muito leve. Por isso, mesmo que alguém o incline para os lados, não fica inclinado: sempre volta à posição original, inicial – a vertical. Seu nome? João–Bobo.

         Ainda que lhe venha parecer uma tolice de minha parte, a imagem desse brinquedo me faz pensar na vida, especialmente no que tange à área espiritual e, automaticamente, na parábola de Jesus a respeito de dois construtores: um insensato e o outro, prudente (Mateus 7:7 ao 11).

         O primeiro construiu sua casa sobre a areia. Talvez por querer economizar tempo, pois seria mais fácil escavar um terreno arenoso; dinheiro, já que exigia menos material e a mão-de-obra seria mais barata –  quem sabe não quis nem contratar um engenheiro ou arquiteto para elaborar um projeto seguro e confiável – ou ainda por desejar facilidade.

         O outro optou por construir sobre a rocha. Já imaginou o trabalhão que daria escavar/cavar nesse tipo de terreno? Quanto custaria? E o tempo que gastaria? Read the rest of this entry »

 

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