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Arquivo da tag: PALAVRA DE SABEDORIA

Sabedoria do alto

     “A sabedoria é a coisa principal; adquire, pois, a sabedoria; sim, com tudo o que possuis, adquire o conhecimento.” (Provérbios 4:7)       

     Um dos tesouros mais importantes e valiosos que uma pessoa pode ter é sabedoria. Por outro lado, também é uma das coisas mais difíceis de se obter e manter porque muitos de nós a buscamos de forma equivocada e na fonte errada. Porém, quando a busca é feita com sinceridade de coração e recorremos a quem pode dá-la, certamente se torna uma joia da qual jamais desejaremos abrir mão.  

     Nas Escrituras Sagradas, essa palavra e outras correlacionadas a ela aparecem muitas vezes, especialmente nos textos que têm como objetivo nos orientar para uma vida relacional de qualidade. Mas não apenas nessa área. Também trata de um requisito básico e indispensável ao nosso relacionamento com Deus. No Salmo 111:10, por exemplo, encontramos o seguinte registro: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; bom entendimento têm todos os que lhe obedecem; o seu louvor permanece para sempre”.

     Evidentemente, há alguns tipos de sabedoria: natural e terrena, que é fruto de uma excelente formação acadêmica e cultural. Existem muitas pessoas eruditas, ou seja, detentoras de um vasto saber sobre um determinado assunto ou, até mesmo, dominam várias áreas do conhecimento.

     Também há indivíduos que são sábios dada sua experiência de vida e maturidade. Nesse caso, mesmo não tendo frequentado a escola ou possuindo uma formação escolar mínima, conseguem se tornar grandes referenciais de vida e excelentes conselheiros ou mentores. Diante destes, devemos nos sentar para ouvir em silêncio suas experiências e instruções.

     Além dessas mencionadas, há outra cuja origem não é terrena, mas divina. E é justamente sobre essa que desejo lhe falar, pois sei que, assim como eu, você almeja ser sábio e, consequentemente, agir com sabedoria em todos os momentos da vida (Eu tenho batalhado para ser.). Para isso, tomarei como base para a argumentação diversos textos bíblicos, a começar por Tiago 3:13 ao 18.  

     No versículo 13, Tiago nos diz: “Se vocês são sábios e inteligentes, demonstrem isso vivendo honradamente, realizando boas obras com a humildade que vem da sabedoria”. Pela leitura desse texto, entendemos que uma das demonstrações de sabedoria consiste em viver de forma honrosa. Isso quer dizer “de maneira respeitosa, que enobrece ou dignifica”.

     Para compreendermos melhor, basta-nos olhar em nosso entorno. Quantas pessoas que conhecemos andam exatamente na contramão do que ensina a Bíblia. Ou melhor: não são respeitosas para com Deus, muito menos com seu próximo. Ao contrário, agem de modo inapropriado, isto é, inadequado ou inconveniente. Sem contar que muitos sempre procuram uma oportunidade para se aproveitarem da boa-fé de seu semelhante, lesando-o financeira, emocional ou espiritualmente. Desse jeito, tratam com desdém a Palavra de Deus. Consequentemente, evidenciam falta da sabedoria dada pelo Senhor.     

     Outra evidência de sabedoria é o realizar boas obras com humildade. Hoje é muito comum a exposição através da mídia de tudo o que se faz. Alguns indivíduos vão realizar alguma doação de alimento, por exemplo, e fazem fotos e/ou vídeos que, posteriormente, serão postos nas redes sociais, constrangendo quem o recebeu.

     Por certo, em algumas ocasiões é importante e até necessário que determinadas obras sejam expostas para que outros também se sintam motivados a fazer o bem, especialmente quando se trata de uma instituição filantrópica. No entanto, cabe a cada um de nós, doadores, vigiar o coração para ver se nossas motivações estão pautadas no amor ensinado nas Escrituras ou não. Afinal, Jesus nos ensinou que nossa mão esquerda não deve saber o que a direita fez – Mateus 6:2-4. Em outras palavras: a motivação deve ser obedecer ao Senhor e demonstrar amor cristão ao próximo. Não receber os aplausos de outros.

     Também existem aqueles que usam os talentos e as habilidades dados pelo Espírito Santo não para glorificarem a Deus, mas com o intuito de serem admirados e aplaudidos. Obviamente, é muito bom receber aplausos (e todos nós gostamos de recebê-los).      Todavia, devemos estar cientes e conscientes de que nossa motivação, isto é, o motivo ou a força que aciona e direciona nosso comportamento, levando-nos à ação deve ser honrar ao Senhor e abençoar as pessoas colocadas por ele em nosso caminho. Agindo assim, sem dúvida seremos honrados pelo Altíssimo, pois “diante da honra vai a humildade”Provérbios 18:12.  

     Em Tiago 3:17, somos ensinados que “a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura”. A palavra pureza quer dizer “sem mistura; não alterado pela presença ou inclusão de impurezas ou de elementos estranhos; límpido, claro, transparente”. Ao fazer essa afirmação, esse servo de Deus nos informa, embora indiretamente, que a sabedoria terrena apresenta algum tipo de impureza ou alteração. 

     A princípio, até podemos discordar dele. Contudo, se pararmos uns instantes para analisar friamente, concluiremos que ele tem razão. Tudo que tem a intervenção humana, por menor que ela seja, vem vestido ou contaminado com a visão, conceito, preconceitos e opinião de pessoas limitadas, falíveis e pecadoras como eu e você. Logo, em algum aspecto ou momento vai revelar seus defeitos.

     Por outro lado, a sabedoria gerada em nós pelo Espírito Santo é totalmente pura, ou seja, não está contaminada por agentes humanos. Dessa maneira, ela representará exatamente a vontade de Deus para nossa vida, a qual, conforme nos ensinam as Escrituras Sagradas, é “boa, perfeita e agradável” – Romanos 12:2b.  

     Outra característica dessa sabedoria é que ela é pacífica. Em outras palavras: ela vem recheada pelo objetivo de promover a paz. Se conectarmos esse texto com a fala de Jesus em Mateus 5:9, veremos que tem tudo a ver. Observe: “Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus”.  

     Ser um pacificador vai muito além de gostar da paz ou de viver em paz. É ser uma pessoa que promove a paz, que se dedica a fazer reinar a paz. É aquele que através de seus atos e atitudes promove mudanças profundas no meio em que vive e convive. Logo, um indivíduo que apresenta essa característica só pode ser alguém que recebeu a sabedoria gerada pelo Espírito Santo. Sendo assim, ser um agente da paz segundo o conceito bíblico deve ser ou se tornar para cada um de nós um alvo a ser atingido, porque os pacificadores são bem-aventurados e chamados filhos de Deus.

     Ainda em Tiago 3:17, lemos que a sabedoria vinda do Senhor é tratável. Isso quer dizer que quem a possui é amável, afável ou agradável; que se pode tratar; que é gentil ou sociável. Por certo, você conhece muitas pessoas cujas ações, reações, atitudes e comportamentos tornam evidentes a inexistência dessa característica.

     Todos nós, indistintamente, precisamos estar atentos a isso. A Bíblia deixa claro que não podemos ser pessoas intratáveis, desagradáveis ou antissociais. Ao contrário, somos instruídos e admoestados a agir com doçura e mansidão: “… e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós…” – 1Pedro 3:15.

     Logicamente, Pedro referiu-se a uma situação específica. Porém, o princípio (a base de raciocínio) pode ser aplicado a todas as situações da vida. É óbvio que cada pessoa tem sua personalidade e temperamento. No entanto, entendo que o Espírito Santo pode e quer transformar não apenas nosso caráter, mas também o temperamento e até traços da personalidade que não são aprovados por Deus ou geram prejuízos relacionais.

      Tiago ainda declara que a sabedoria que vem do alto é cheia de misericórdia. Olhando para as Escrituras, passamos a saber que misericórdia está ligada a estas palavras hebraicas chenen, chesed e chen, as quais também deram origem à palavra graça, cujo sentido é favor a quem não merece.

      As palavras mencionadas (chenen, chesed e chen) nos informam que ser misericordioso é inclinar-se com bondade para com alguém, favorecer o necessitado e ajudar o pobre. E foi exatamente assim que o Pai Celestial agiu para conosco, mesmo sendo nós pecadores. Então, dentro daquilo que nos é cabível e possível, também precisamos ser cheios de misericórdia para com nosso semelhante, demonstrando sabedoria e entendimento da vontade de Deus para nós.

     Geralmente, queremos que Deus e as pessoas em geral nos tratem com benevolência, compaixão e empatia. Entretanto, quando é nossa vez de tratar nosso próximo, temos dificuldade de lhe estender a mão. Contudo, precisamos estar cientes de que agindo com misericórdia tornamo-nos habilitados para recebê-la também. Veja a declaração do Senhor Jesus em Mateus 5:7: “Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia”

     Ainda no versículo 17, lemos que um indivíduo com essa sabedoria produz boas ações ou obras. Hoje, infelizmente, grande parte das pessoas sempre age com maldade. Aliás, a perversidade tem sido a marca registrada de muitos. Diariamente a mídia mostra casos de pessoas que são vítimas ou vitimadas por indivíduos perversos. Todavia, graças a Deus, ainda há aqueles cujas ações recheadas com compaixão e altruísmo promovem a paz e o bem aos necessitados, seja para suprir uma carência física, emocional, afetiva ou espiritual. Que esse seja o nosso caso!

     Finalizando o versículo 17, Tiago declara que essa sabedoria não trata os outros com parcialidade nem com hipocrisia. Quando se fala em parcialidade, pode-se entender como “qualidade de quem toma partido ao julgar a favor ou contra, tendo em conta sua preferência, sem se importar com a justiça ou com a verdade”. Lamentavelmente, essa tem sido uma prática muito comum no Brasil. Provavelmente, nós também já agimos desse jeito. Assim, fica claro que precisamos da sabedoria que provém do alto.

     Em João 7:24, Jesus ordenou: “Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”. Erroneamente, muitos de nós entendemos a palavra julgar somente como sentenciar ou condenar alguém. Mas existem muitos sentidos que fazem parte desse pacote. Por exemplo: avaliar, examinar, considerar, pensar, calcular e outros. Nesse sentido, precisamos, e devemos, analisar. Porém, para não cometermos injustiças, tem de ser feito segundo a reta justiça e recheado com misericórdia. E o que é a reta justiça? Para o autêntico cristão, é aquilo que ensina e ordena a Palavra de Deus.

     E mais: cada um deve julgar a si mesmo. Como disse o apóstolo Paulo: “Porque, se nós nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados. Mas, quando somos julgados, somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo”1 Coríntios 11:31,32. Note que o texto diz que “somos repreendidos pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo”. Portanto, aceitar uma avalição segundo a reta justiça é mais do que uma evidência de humildade, amor-próprio e da sabedoria que vem do Altíssimo. É uma prova cabal.

     Para entender melhor, leia o texto que segue: “O sábio teme e desvia-se do mal, mas o tolo encoleriza-se e dá-se por seguro” – Provérbios 14:16. Observe que Salomão usa duas palavras contrastantes (sábio x tolo) para nos admoestar. Nesse caso, a evidência de sabedoria é demonstrada por temer e desviar-se do mal, enquanto de tolice é o enraivecer-se e se sentir seguro em relação ao mal.

     Outro texto bastante esclarecedor e importante é: “Não sejas sábio a teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal” – Provérbios 3:7. Aqui, entendemos claramente que ser sábio aos próprios olhos é um grande perigo. Quem se sente assim, tende a tomar decisões completamente equivocadas, inclusive leva-o a aproximar e até mesmo a aliar-se ao mal ou a pessoas más. Portanto, é imprescindível ser sábio aos olhos de Deus, usando as ferramentas que ele nos oferece gratuitamente em sua Palavra.

     Quando olhamos para as Escrituras Sagradas, encontramos muitos exemplos de pessoas que agiram com sabedoria, desviando-se das coisas erradas aos olhos do Senhor. Uma delas foi Jó: “Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e este era homem sincero, reto e temente a Deus; e desviava-se do mal – Jó 1:1.

     Em Eclesiastes 7:13 ao 18, lemos algo muito interessante sobre a relevância de ser sábio. Nesse relato, lemos que um sábio pobre livrou sua pequena cidade de um grande rei usando como arma de guerra a sabedoria. Mas é necessário observar um detalhe: ninguém se lembrava dele. Muitas vezes, é assim. Poucos valorizam essa qualidade. Porém, o Senhor a valoriza e muito.

     Fazendo uma conclusão desse registro, Salomão declara: “Melhor é a sabedoria do que a força, ainda que a sabedoria do pobre foi desprezada e as suas palavras não foram ouvidas. As palavras dos sábios devem em silêncio ser ouvidas, mais do que o clamor do que domina sobre os tolos. Melhor é a sabedoria do que as armas de guerra, mas um só pecador destrói muitos bens” – Eclesiastes 9:16-18.

     Há ocasiões nas quais as armas de guerra são as palavras ditas no calor de uma discussão. Geralmente, o resultado delas são pessoas gravemente feridas, casamentos mortos, famílias e amizades destruídas. Mas veja o que Salomão diz: “Favo de mel são as palavras suaves: doces para a alma e saúde para os ossos” – Provérbios 16:24. Logo, usando as palavras com sabedoria, em vez de guerras e destruição, geramos paz (saúde mental e emocional) e saúde física. 

     No versículo 17, o rei diz que as palavras de um sábio devem ser ouvidas em silêncio. Segundo estudiosos, um dos segredos do sucesso dos judeus é que eles gostam de ser corrigidos e ensinados. Por isso, valorizam os mentores/conselheiros. Portanto, considero fundamental aprender com eles também. E, quando estivermos diante de um sábio, aprendamos a ficar em silêncio, absorvendo e anotando tudo o que ele disser.

     Mas quem é um sábio? – Talvez essa seja sua dúvida. E eu lhe respondo: É todo aquele que ministra a Palavra de Deus como está registrada nas Escrituras. É todo aquele que usa a inteligência para promover o bem e a paz. Também é aquele que sabe de boas coisas que não sabemos ou já teve experiências que ainda não tivemos. Portanto, sempre que estiver perto de alguém, fique atento, pois da boca desse indivíduo, por mais simples que ele seja, pode jorrar palavras de sabedoria.

     Penso que foi por isso que Salomão declarou: “Aquele que anda com os sábios será cada vez mais sábio, mas o companheiro dos tolos acabará mal” – Provérbios 13:20. Com quem você quer andar? A colheita será de acordo com a semeadura. Por isso, espero e oro para que faça a escolha certa, receba as mais copiosas bênçãos de Deus e viva vitoriosamente.

     Caso você sinta que ainda lhe falta a sabedoria que vem do alto ou do Altíssimo Senhor, siga a instrução de Tiago, o servo do Senhor: “E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não o lança em rosto; e ser-lhe-á dada” – Tiago 1:5. Afinal, a sabedoria é a coisa principal e “Bem-aventurado o homem que acha sabedoria, e o homem que adquire conhecimento. Porque melhor é a sua mercadoria do que a mercadoria de prata, e a sua renda do que o ouro mais fino. Mais preciosa é do que os rubis; e tudo o que podes desejar não se pode comparar a ela. Aumento de dias há na sua mão direita; na sua esquerda, riquezas e honra. Os seus caminhos são caminhos de delícias, e todas as suas veredas, paz. É árvore da vida para os que a seguram, e bem-aventurados são todos os que a retêm”Provérbios 3:13-18

Força e Sabedoria – Anderson Freire
 

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Espelho invertido

espelho de mesa

Existem pessoas que não gostam de se olhar no espelho. No entanto, a maioria gosta. Especialmente quando vão sair de casa, dar uma olhadinha rápida é algo mais do que normal e necessário.

Outros há que gastam muito tempo diante dele, pois não querem que nada fique fora do lugar. Afinal, quem não quer se apresentar bem diante das demais pessoas? Quem não gosta de receber comentários elogiosos, seja do cônjuge, parentes ou amigos? Penso que todos amam, uma vez que isso faz bem para a alma. Um enorme bem!

Antes de continuar, preciso fazer-lhe uma pergunta: Se você der “aquela” olhada no espelho e verificar que há alguma coisa que não está normal ou adequada, a mudança deve ser feita em você ou no espelho?

Essa indagação parece totalmente absurda e descabida, não é? A resposta, é obvio, deve ser: “Em mim, claro!”. Entretanto, quando se trata da vida espiritual, muitos parecem querer mudar o “espelho”, não a si mesmos, o que, certamente, é uma atitude tresloucada e perigosa.

Para o cristão, a Palavra de Deus, registrada nas Sagradas Escrituras, é o espelho diante do qual devemos nos colocar para observar diligentemente se nossa vida está em ordem ou se existem ajustes a serem feitos ou coisas que devem ser eliminadas.

Enfim, é preciso reajustar o “gps”, para não pegarmos um caminho totalmente contrário ao destino final. Quem já se perdeu, sabe muito bem como isso é chato. E mais: quantas pessoas deram de cara com a morte por terem se perdido. Já vimos muitos casos assim noticiados pela mídia, não é?

Quando olhamos para Tiago 1:22 ao 24, lemos o seguinte: “Sejam cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-se com falsos discursos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra, mas não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla no espelho o seu rosto natural; porque contempla a si mesmo, vai-se, e logo se esquece de como era”.

Hoje, infelizmente, tornou-se muito comum lermos as Escrituras Sagradas e ignorarmos completamente ensinos do Senhor. Agimos como se não lembrássemos ou não soubéssemos que eles são “Lâmpada para os nossos pés é a tua palavra, e luz para os nossos caminhos”, conforme está escrito no Salmo 119:105.

Se você já esteve ou viveu num lugar sem energia elétrica, sabe que o escuro é tremendo e, para muitos, assustador. Caso precise sair de casa, deve ter uma lanterna para alumiar o caminho por onde vai passar. Do contrário, pode se perder, tropeçar numa pedra e se ferir; cair num buraco ou até mesmo pisar numa cobra venenosa e ter sérias complicações, porque ela não vai gostar de ser pisada.

Mesmo nós que vivemos nos centros urbanos entendemos um pouco desse assunto, pois, às vezes, ficamos sem energia elétrica por um tempinho e já percebemos como isso causa transtornos. Por essa razão, quem passou por esse tipo de experiência, sabe muito bem o quanto a luz é importante e indispensável.

Em se tratando do nosso relacionamento com Deus, ocorre a mesma coisa. A sua palavra é a luz que nos impede de ficar sem a capacidade de enxergar os erros ou pecados (Só para esclarecer: pecar quer dizer “errar o alvo”, do hebraico “hatah”; no grego é “hamartia”: “sair da rota”).

Desse modo, quando ficamos frente a frente com ela, passamos a ver nossos defeitos e limitações, e devemos corrigir nossa direção, pegando o caminho de volta, a fim de nos tornarmos, cada vez mais, a imagem e semelhança do nosso Criador – Gênesis 1:26. Afinal, todo cristão deseja chegar ao seu último destino, que é estar ao lado do seu Criador e Senhor.

Vale refletir ainda sobre o que o apóstolo Paulo, ensinando a Timóteo, seu filho na fé, disse: “Quanto a você, porém, permaneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção, pois você sabe de quem o aprendeu. Porque desde criança você conhece as sagradas letras, que são capazes de torná-lo sábio para a salvação mediante a fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” – II Timóteo 3:14-17.

Como diz o trecho em negrito, toda a Escritura é inspirada e útil. Não apenas aquilo que nos é conveniente ou que massageia o nosso ego. Alguns, por exemplo, gostam apenas da parte das promessas. No entanto, fogem daquelas que lhes dão um puxão de orelhas.

Tais pessoas precisam estar atentas ao que dizem as Escrituras em Hebreus 12: 5 ao 11: “Vocês se esqueceram da palavra de ânimo que ele lhes dirige como a filhos: “Meu filho, não despreze a disciplina do Senhor, nem se magoe com a sua repreensão, pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho”. Suportem as dificuldades, recebendo-as como disciplina; Deus os trata como filhos. Pois, qual o filho que não é disciplinado por seu pai?  Se vocês não são disciplinados, e a disciplina é para todos os filhos, então vocês não são filhos legítimos, mas sim ilegítimos. Além disso, tínhamos pais humanos que nos disciplinavam, e nós os respeitávamos. Quanto mais devemos submeter-nos ao Pai dos espíritos, para assim vivermos! Nossos pais nos disciplinavam por curto período, segundo lhes parecia melhor; mas Deus nos disciplina para o nosso bem, para que participemos da sua santidade. Nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria no momento, mas sim de tristeza. Mais tarde, porém, produz fruto de justiça e paz para aqueles que por ela foram exercitados”. Read the rest of this entry »

 

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Conselhos para uma vida feliz

Mais uma vez sou grato a Deus pela oportunidade de poder compartilhar com vocês os ensinamentos que tenho aprendido Dele. “Conselhos para uma vida feliz” é o meu 3° livro. Ele nasceu de um sonho e em 15 dias estava escrito.

Agora, chegou o dia do lançamento: 15/04/2017, às 19h00, na Livraria Nobel do Tivoli Shopping em Santa Bárbara d’Oeste.

Agradeço a todos os que puderem comparecer e aos que, de perto ou de longe, têm incentivado meu trabalho. Será uma honra tê-los num momento tão importante!

lançamento

 

 

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Sabedoria – a coisa principal

 

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A sabedoria é a coisa principal; adquire, pois, a sabedoria, emprega tudo o que possuis na aquisição de entendimento.” (Provérbios 4:7)

 

    Não precisa ser um expert no assunto para saber que hoje as pessoas têm muito mais informações e conhecimentos do que quem viveu nas gerações anteriores à nossa. Basta comparar uma criança com menos de dez anos com uma da década de 1970 que verá uma gritante diferença entre sua bagagem cultural.

Se isso é bom ou ruim, depende do ponto de vista de cada indivíduo, e meu objetivo aqui não é entrar nessa discussão. O que desejo refletir com você é que existe uma grande diferença entre ter conhecimento e ser sábio. Para isso, antes de qualquer coisa, quero dizer que todos nós somos inteligentes.

Logicamente, a recente descoberta da existência de múltiplas inteligências nos permite entender de modo mais claro e preciso por que um se destaca mais em Matemática e outro, em Português, por exemplo. Também é óbvio que a manifestação da inteligência de um indivíduo é consequência direta da sua vontade, dedicação, determinação e disciplina para aprimorar seus conhecimentos, habilidades e competências. Como disse Albert Einstein: “90% transpiração e 10% inspiração”.

Mas… qual a diferença entre ser inteligente e ser sábio? Sei que poderiam ser dadas aqui diversas explicações e, por certo, todas elas teriam fundamento. Porém, quero expor meu conceito, baseado nas Escrituras Sagradas: Sabedoria é usar a inteligência para o bem, e isso em todas as áreas da vida.

Quando se trata da vida espiritual, a Bíblia diz: “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; bom entendimento têm todos os que cumprem os seus mandamentos; o seu louvor permanece para sempre” – Salmos 111:10. Contudo, como essa área rege todas as demais, é preciso avaliar se tememos ou não a Deus. Obviamente, temor não é ter medo, mas respeito e obediência devidos ao Senhor.

Outra demonstração clara de sabedoria é afastar-se do mal. Veja o que declara Salomão em Provérbios 14:16: “O sábio teme, e desvia-se do mal, mas o tolo encoleriza-se e dá-se por seguro”. Logo, se você foge do mal, está demonstrando ser uma pessoa que tem esse atributo, virtude ou qualidade.

Conforme está explícito na definição de sabedoria, ser sábio é usar a inteligência para o bem. Para entender melhor, basta você dar uma olhada na História da humanidade que verá tantas pessoas inteligentes, entretanto nem um pouco sábias. Pense em Hitler, por exemplo. Todavia, não precisa ir longe. Caso olhe ao seu redor, há de enxergar pessoas assim. Quem sabe, olhando para si mesmo verá que em determinadas situações você não foi tão sábio quanto desejava ou precisava ser.

Juntando-se a isso, Pitágoras, 570 A.C., grande filósofo e matemático, declara:    “Escuta e serás sábio. O começo da sabedoria é o silêncio”. Que frase profunda! Hoje, o que mais vemos são pessoas falando além da conta, sem nenhuma sensatez ou conhecimento do assunto ou da situação. E geralmente o resultado disso não é bom para ninguém. Aliás, muitas vezes é catastrófico.

A segunda parte da fala de Pitágoras também é muito importante. Portanto, devemos pensar um pouco sobre ela. Existe uma tendência natural de querermos sair por aí falando… Falando… Falando… No entanto, o filósofo mostra outro Read the rest of this entry »

 

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O céu não está em crise

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        Caro internauta, estamos chegando ao final de mais um ano. Aliás, faltam apenas alguns degraus para findarmos esta jornada. Sei que para muitos, ou quem sabe para a maioria de nós, foi uma caminhada extremamente difícil, visto que o mundo está cada vez mais conturbado e o último degrau parece inatingível, sobretudo porque nossas pernas já estão exaustas e trôpegas.

Infelizmente, o Brasil não ficou de fora dos ventos e tempestades que sacudiram os alicerces do mundo. Fomos assolados por uma profunda crise econômica e política, a qual desestruturou o país, especialmente quem possui menos recursos financeiros. No entanto, meu objetivo aqui não é falar de problemas.

Ao contrário, almejo dizer que o céu não está em crise. Deus continua sendo Deus. Portanto, suas promessas continuam fiéis e verdadeiras, pois, como nos diz Números 23:19: “Deus não é homem para que minta, nem filho de homem para que se arrependa. Acaso ele fala, e deixa de agir? Acaso promete, e deixa de cumprir?”. Evidentemente a resposta é: Não!!!

Por essa razão, ainda que as adversidades o perseguiram e, talvez, algumas delas conseguiram alcançá-lo, você chegou até aqui. Quem sabe você perdeu algumas batalhas, mas não a guerra. E não há dúvida de que vencerá os últimos obstáculos deste ano. Digo isso porque, como já afirmei, o céu não está em crise e o Senhor é nosso Jeová-jirê (Deus provedor) – Gênesis 22:14 e o El Shaddai, ou seja, o Todo Poderoso – Jó 33:4; II Coríntios 6:18.

Além disso, as Escrituras Sagradas dizem que Ele é o dono das riquezas deste mundo: “Minha é a prata, e meu é o ouro, diz o Senhor dos Exércitos. A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos, e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos” – Ageu. E ele, como pai maravilhoso que é, almeja compartilhar o que possui com você, seu filho amado – João 17:23b; Mateus 7:7 ao 11.

Por isso, ele enviou Seu filho para morrer em nosso lugar e cumprir o que o Senhor profere em João 10:10: “O ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir; mas eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância”. Portanto, podemos entender que, se estivermos em Cristo, não estaremos em crise. Mesmo que os ventos nos assolem ou que estejamos em pleno deserto, e não enxerguemos um oásis, há esperança para nós.

Entretanto, não é uma esperança qualquer, como a daquele que não conhece a Deus. É uma nova e viva esperança, a qual provém da certeza de que nossa vida está escondida com Cristo em Deus – I Pedro 1:3; Colossenses 3:3. Desse modo, teremos condições de descansar nesta palavra do Senhor: “Mas os pobres nunca serão esquecidos, nem se frustrará a esperança dos necessitados” – Salmo 9:18.

Também não poderia deixar de dizer que crise também pode ser a oportunidade para você se aproximar ainda mais de Deus e de pedir a ele que lhe dê uma ideia incomum ou genial, para que consiga se sobressair no mercado de trabalho ou como um empreendedor. Conforme diz um ditado: “A necessidade é a mãe das invenções”.

Isso quer dizer que invenções como a lâmpada e a roda, por exemplo, aconteceram porque era preciso suprir determinadas necessidades ou carências do ser humano. Com as demais criações humanas não foi diferente. Sendo assim, entendo que também hoje, e com você, pode ocorrer o mesmo, ou melhor, se pedir com fé e confiança, o Senhor lhe dará capacidade para inventar algo ou uma estratégia através dos quais Deus fará fluir um veio de provisão e prosperidade em sua vida.

Portanto, em vez de ficar deprimido, murmurando ou lamentando o que perdeu ou deixou de ganhar, levante a cabeça, bata a poeira e ajoelhe-se diante do Senhor, com humildade, pedindo-lhe que abra os seus olhos, a fim de ver as oportunidades que estão à sua frente e que lhe conceda sabedoria e capacidade para dar a volta por cima e viver a vida abundante, conquistada por Cristo para nós lá naquela terrível cruz.

Outra coisa que não posso deixar falar é que, se você deseja ser um vencedor em 2017, precisa colocar cada coisa em seu devido lugar e na ordem estabelecida pelo Senhor, de acordo com a importância para sua vida. Veja o que Jesus declarou em Mateus 6:33: “Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas”.

Quando damos prioridade àquilo que é prioridade para Deus, certamente ele nos honra e acrescenta as coisas das quais temos necessidade. Ele estabeleceu princípios, e os respeita. Dessa forma, se inverter a ordem do que foi estabelecido pelo Senhor, ele não tem nenhum compromisso com você. Contudo, caso obedeça à sua palavra, ele, que é fiel e justo, lhe estenderá sua mão, uma vez que não nega bem algum aos que andam em retidão – Salmo 84:11.

Existem ainda dois registros ou lembretes muito relevantes a fazer. O primeiro é que nenhum sucesso justifica ou compensa o fracasso de seu casamento ou de sua família. Muito menos da sua vida espiritual. Por esse motivo, as conquistas que realmente lhe trarão os sentimentos de realização e de felicidade são aquelas que envolvem sua família, a qual é o maior projeto de Deus para o ser humano.

O segundo é que o sucesso só vale a pena ou só é de fato verdadeiro se Read the rest of this entry »

 

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A morte encontra a Vida

Filho da viúva de Naim

Jesus sempre estava em movimento. Mas não confunda isso com uma correria desenfreada e sem objetivo definido. Ao contrário, ele estava no lugar certo, na hora certa e mudava as circunstâncias e situações, caso fosse preciso. Inclusive andava em sentido oposto à ordem natural das coisas, produzindo, assim, seus milagres.

Numa de suas andanças evangelísticas, vemo-lo indo à cidade de Naim juntamente com muitos dos seus discípulos – Lucas 7:11 ao 17. Perto da porta da cidade, encontram uma mãe viúva que ia enterrar seu único filho. Que situação triste! Ter perdido o marido já era algo terrível, pois, além de ser seu companheiro, supria suas necessidades sentimentais, emocionais, afetivas e sexuais, era o provedor do sustento da casa.

No entanto, ainda havia uma esperança para ela: o filho. Porém, ele também morrera. Não sabemos sua idade nem a causa de sua morte. Todavia, independentemente de termos ou não essas informações, podemos perceber que o mundo desabara sobre a cabeça dessa pobre mãe. O que pensava naquele momento? Que rumo tomaria se não tivesse posses para se sustentar? E se não houvesse ninguém que pudesse socorrê-la naquele momento tão triste e, por que não, desesperador? Para dizer a verdade, eu não queria estar na pele dela. Não mesmo.

Nesse ponto, é importante observar que uma grande multidão seguia com aquela mulher em direção ao lugar onde o filho seria sepultado – 7:12. Por certo, a família dela era querida. Entretanto, o que poderiam fazer as pessoas além de participar do enterro e tentar consolá-la? Talvez, por algum tempo a visitassem para confortá-la e levar alguma ajuda financeira. Contudo, com o passar dos dias, as visitas iriam rareando. Ademais, tudo o que fizessem seria insuficiente para aplacar a dor daquela mãe com o coração partido, não é mesmo? Quem sabe você conhece bem de perto o que significa a perda de pessoas tão importantes por já ter passado por uma situação igual ou semelhante a essa.

Mas a morte encontrou a vida. Como assim? O defunto deparou-se com Jesus antes de descer à sepultura! E, quando ocorre um encontro desses, algo maravilhoso e sobrenatural também acontece. Lembre que eu disse que o Mestre não anda sem rumo. Seus passos eram mínima e sabiamente calculados para mudar a história de pessoas como essa pobre mãe.

Quando lemos o versículo 13, vemos Lucas dizer: “E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores”. Mas… Aparentemente não há nada de surpreendente nessa fala de Jesus. Aliás, qualquer pessoa poderia der dito o mesmo. Inclusive eu. No entanto, dizer para alguém que perdeu um ente querido: “Não chores.” é mais para ser educado ou para cumprir tabela, pois assim reza uma (in)consciente tradição. Porém, de quase nada adianta.

Talvez, houve pessoas entre os presentes que começaram a criticar o Mestre por atrapalhar a caminhada deles. Quem sabe alguns, já sabendo da fama do Senhor, começaram a questionar por que ele não se dispunha a fazer alguma coisa para ajudá-la. É possível ainda que alguns tenham pensado ou mesmo falado: “Se ele é o Messias, por que não ressuscita esse rapaz?”.

Contudo, eu disse “aparentemente”, pois o desenrolar dos fatos mostrará que a vida daquela mulher jamais seria a mesma depois desse surpreendente e vivificante encontro. O Senhor sabia muito bem o que estava fazendo. Então vamos mergulhar um pouquinho comigo nesse versículo?

Todas as vezes que há  esse registro “… o Senhor moveu-se de íntima compaixão”, a seguir vemos o milagre acontecendo. E foi justamente o que ocorreu. Veja: “E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar.  E entregou-o à sua mãe” (7:14 e 15). Aleluia!!!

Você consegue imaginar qual foi a reação daquela mãe e como seu coração ficou? Certamente ela ficou estupefata, ou seja, boquiaberta, pasmada ou atônita diante daquilo. Suponho que por uns instantes ela pensou não ser verdade o que seus olhos viam. E não era para menos. Quem não ficaria? Talvez, se fosse eu, diria: “Ei, me belisque para eu ver se é verdade!”. E de fato era real. Glórias a Deus!

Creio que a partir daquele dia sua vida recobrou o brilho perdido e passou a ser muito mais feliz. Não é para menos, pois aquilo que o Senhor faz gera felicidade real e duradoura. Novamente ela podia expressar seu amor e cuidado maternos. Também podia sentir-se amada e protegida pelo filho e seguir seu caminho segurando na mão de Deus, cumprindo, desse modo, o propósito da vida.

Veja o que aconteceu quando as pessoas presentes viram o milagre da ressurreição: “E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo” – v 16Além de ter trazido a alegria de volta àquela mãe, Jesus gerou uma oportunidade para que as pessoas o reconhecessem como alguém especial e glorificassem a Deus. Não é magnífico?

Agora, quero chamar a sua atenção para algo Read the rest of this entry »

 
 

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FRUTOS DA OBEDIÊNCIA

"nas mãos de Deus" "nos braços do Pai"

     “O temor do Senhor é a instrução da
sabedoria, e diante da honra vai a humildade.”
(Provérbios 15:33)

Se eu perguntasse a você por que as
penitenciárias estão superlotadas de pessoas que não deveriam estar lá, o que
me responderia?

Se lhe interrogasse o motivo pelo qual o
cemitério está repleto de indivíduos que não deveriam estar lá, qual seria sua
resposta?

Se lhe indagasse a razão pela qual tantas
pessoas perambulam pelo mundo, sem expectativa, sem nenhuma razão para viver, o
que me diria?

Creio que você me apontaria várias
possibilidades como, por exemplo, a falta de oportunidade, o abandono dos pais
ou da família e outros problemas pessoais.

Realmente, tais reveses da vida podem
levar uma pessoa à ruína, ao caos existencial. Entretanto, há um motivo pelo
qual muitas dessas desgraças ocorrem  que
passa despercebido à maioria das pessoas, inclusive daqueles que conhecem a
Palavra de Deus. Qual? A recusa de ouvir e acatar instruções.

“Instruções de quem?” – Talvez você me
pergunte.

Instruções
dos pais
. Muitos poderiam estar desfrutando de uma convivência harmoniosa e
enriquecedora com seus pais hoje, mas tomaram a decisão de não darem ouvido à
orientação deles. Como conseqüência, estão mortos, presos ou vivendo uma vida
muito abaixo do padrão de qualidade que poderiam viver (João 10:10) ou, ainda,
constantemente se envolvem em problemas que geram resultados devastadores tanto
na área física quanto na emocional, psicológica e, sobretudo, na espiritual.

Instruções
de verdadeiros amigos ou conselheiros.
Todos nós precisamos ter mentores ou
pelo menos um mentor. Mas… o que é um mentor? Segundo o dicionário, é a pessoa que aconselha ou ensina
outra; é um guia intelectual. Read the rest of this entry »

 

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