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Apenas Um

apenas um

Onde estão os outros nove?” (Lucas 17:17)

     Entender as pessoas realmente não é nada fácil. Aliás, não existe como compreendê-las plenamente. No entanto, das suas ações, atitudes, comportamentos, de seus acertos e também de seus erros podemos extrair preciosas e benéficas lições.

Se elas forem positivas, para que as imitemos (no bom sentido da palavra, é claro); porém, caso sejam más, para não cairmos nos mesmos erros. Como declara o doutor Mike Murdock: “As pessoas inteligentes aprendem com seus próprios erros; as sábias aprendem com os erros dos outros”. E nós precisamos aumentar cada vez mais o nível do nosso reservatório de sabedoria, não é mesmo?

Como você sabe muito bem, a Bíblia está repleta de belas e enriquecedoras histórias. Uma delas está registrada em Lucas 17:11 ao 19. Nela, vemos que Jesus estava a caminho de Jerusalém e passou pela divisa entre Samaria e Galiléia. Entrando num povoado, dez leprosos se dirigiram a ele, ficando a certa distância, pois, segundo a lei, pessoas com essa doença eram consideradas imundas; logo, não podiam estar com quem era saudável.

Leprosos nem mesmo podiam conviver com sua família. A pessoa que levava a comida tinha que deixá-la a certa distância, retirar-se do local e, só depois, o doente ia pegar o alimento. Que tristeza! Como devia ser terrível estar nessa condição e situação, não é?

Se não bastasse o sofrimento físico e mental causado pela doença do corpo que, aos poucos, ia apodrecendo até a pessoa não suportar mais e morrer, tais indivíduos também sofriam muitíssimo com a discriminação, porque eram considerados amaldiçoados. Isso certamente os fazia adoecer ainda mais da mente e do coração.

Apesar de ainda não existir a palavra depressão, penso que muitos ficavam tão deprimidos que, fatalmente, tornavam-se mais debilitados, pois a condição psicológica interfere diretamente na física. Como consequência, marchavam a passos ainda mais largos para a morte. Logo, o estado físico e mental de pessoas nessa situação devia mesmo ser caótico. Suponho ser impossível se colocar no lugar de alguém assim e compreendê-lo profundamente.

Desse modo, fica um pouco mais fácil entender por que aqueles homens pararam bem longe e clamaram por misericórdia quando souberam que era Jesus quem passava por ali – Lucas 17: 12 e 13. Presumo que alguém lhes dissera haver uma pessoa que se importava com a dor deles, com poder para curá-los daquela moléstia e que agora era a chance de ouro para eles voltarem a viver de fato.

Portanto, não poderiam desperdiçar aquela que, sem dúvida, era uma oportunidade única na vida deles, pois a medicina da época não possuía conhecimento nem recursos para restabelecer a saúde deles. Assim, decidiram agarrar-se firmemente àquele fio de esperança. E foi isso que fizeram. Levantaram um clamor por socorro, dando, então, o primeiro passo rumo a uma nova vida.

Lucas 17:14 mostra-nos que Jesus prontamente usou de misericórdia para com eles e lhes disse que fossem se mostrar aos sacerdotes, conforme a determinação da lei de Moisés, pois somente eles tinham autoridade para receber a oferta estabelecida para casos assim, declará-los curados e aptos para retornar ao convívio familiar e também social.

Creio ser relevante registrar que Jesus não fez uma investigação para saber que pecado eles haviam cometido para terem sido punidos com a lepra. Mesmo que a doença fosse resultado de uma desobediência aos mandamentos de Deus, o Mestre da Vida mostra-lhes, e também a nós, que todo aquele que clama por misericórdia é prontamente atendido pelo Autor da Vida, embora nem sempre o Senhor responda da maneira que desejamos. Afinal, ele é soberano e sabe o que é o melhor e quando deve estender sua amorosa mão para nós.

Pelo pouco conhecimento que tenho das ações do Senhor, entendo ainda que para ele aquelas pessoas eram muito mais importantes do que o erro cometido, se fosse esse o caso. Além disso, Jesus conhecia o coração delas e certamente sabia que tinham se arrependido de seus pecados, caso eles fossem os causadores da lepra, conforme já mencionado.

Ainda no versículo 14, somos informados de que enquanto iam se mostrar aos sacerdotes esses homens perceberam que tinham ficado limpos. Isso era um sinal de que foram curados da lepra. O milagre já havia acontecido. Que maravilha, não é mesmo?

Penso que esses homens ficaram extremamente felizes quando perceberam o milagre realizado em sua vida. E não é para menos! Agora, tudo voltaria ao normal. Sendo assim, o mais lógico era que voltassem correndo para agradecer pela cura recebida.

Talvez, até houvesse uma competição entre eles para ver quem seria o primeiro a alcançar o Senhor para prostrar-se a seus pés e agradecê-lo. Afinal, haviam sido tão grandemente abençoados por Aquele que era muito maior que os sacerdotes aos quais deviam se mostrar. Era justo agir assim. É… Mas não foi bem isso que aconteceu, não.

Nos versículos 15 e16, Lucas relata que apenas UM deles, vendo que estava são, voltou glorificando a Deus em alta voz. E mais: Read the rest of this entry »

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Bem-aventurados

sermão A palavra de Deus é maravilhosa.  Nela, sempre encontramos o alimento certo, do qual nossa alma precisa em todas as situações pelas quais passamos e também para nossa condição espiritual e emocional do momento que estamos vivendo. Por essa razão, sempre que posso, gosto de compartilhá-la oralmente ou através da escrita.

Justamente por esse motivo, almejo compartilhar com você algumas reflexões sobre o Sermão da Montanha, o qual, como é de seu conhecimento, foi proferido por Jesus e também é chamado de “As bem-aventuranças”. Desejo fazê-lo porque nos últimos dias senti de colocar vários dos versículos desse sermão para a leitura dos meus alunos e tenho entendido que o Espírito Santo quer falar conosco através desse belíssimo texto. Então, eu o convido a refletir comigo a respeito de algumas verdades sobre ele e contidas nele.

A primeira delas é que estamos vivendo dias de grande crise de integridade em todos os níveis e segmentos da sociedade. Infelizmente, até mesmo entre o povo de Deus essa crise pode ser percebida, pois, muitos dos que se dizem cristãos têm se deixado corromper. E, quando se trata de pessoas que nunca tiveram temor ao Senhor, a degradação moral pode ser multiplicada bastantes vezes.

Para tais pessoas, o que mais importa é levar vantagem, mesmo que precise passar por cima de tudo e de todos e do modo mais inescrupuloso possível. Para esses indivíduos, os valores morais, espirituais e a ética nada significam, uma vez que sua data de validade está vencida há muito tempo. O pior é que a consciência deles já está cauterizada. Desse modo, nem percebem o mar de lama no qual estão naufragando: “Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência (I Timóteo 4:2).

A segunda verdade é que, para quem deseja viver uma vida dentro dos parâmetros estabelecidos por Deus, o Mestre dos mestres trouxe orientações que permitirão manter sua integridade mesmo vivendo nesse mundo tão corrupto e corruptor. Como estou certo de que você anseia por viver dignamente diante de Deus e da sociedade, convido-o a navegar pelas águas profundas desse ensino do Senhor, registra-do em Mateus 5: 1 ao 11.

Antes de começar a falar especificamente sobre cada bem-aventurança, creio ser importante registrar o significado bíblico da palavra bem-aventurado: feliz; que tem a felicidade celestial; que desfruta da graça (favor) de Deus ou ainda que está no céu.

No versículo 3, o Mestre diz: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus”. Entendo que quando o Senhor declarou essa bem-aventurança, ele se referia às pessoas que têm um coração humilde. Basta lembrar que ele conhecia plenamente o ser humano e sabia do orgulho e da arrogância que habitavam o coração do homem da sua época, especialmente dos líderes religiosos, os quais faziam de tudo para se demonstrarem superiores e subestimaram até mesmo Cristo. Esqueceram-se de que “a humildade precede a honra” (Provérbios 15:33; 18:12).

Também hoje o homem não é diferente. É só olhar ao nosso redor que veremos indivíduos assim. A arrogância e o orgulho de tantos contemporâneos de Cristo  e dos nossos dias fizeram e ainda fazem descrer de Deus e supor que não têm necessidade de se arrependerem de seus pecados e de aceitarem Jesus como seu Senhor e Salvador pessoal. Também estes se acham superiores e acima do bem e do mal. Logo, segundo Cristo, estão fora do reino de Deus. A não ser que mudem de atitude, marcham a passos largos para a perdição eterna.

Na segunda bem-aventurança, o Senhor diz: “Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados” (v 4). Obviamente, esse choro pode estar relacionado ou ser consequência de muitas coisas, tais como: enfermidades, problemas familiares ou conjugais, desemprego e tantos outros que afligem o ser humano. Entretanto, penso que esse choro dito pelo Mestre trata especialmente do sofrimento por que passam aqueles que decidem assumir sua fé em Cristo. No entanto, por experiência própria, entendo que, independentemente da razão das lágrimas derramadas, o Senhor as enxuga e nos conforta. Quantas vezes já tive as minhas enxugadas pelo meu Senhor e Mestre! Nas horas mais horrendas e difíceis pelas quais passei, ali estava ele com sua toalha e com seu magnífico amor.

É bom lembrar que, enquanto vivemos neste mundo, todos nós estamos sujeitos a passar por situações nas quais o choro é inevitável. Entretanto, haverá um tempo em que não choraremos mais, pois o sofrimento será banido definitivamente da nossa vida. Veja o que diz Jesus em Apocalipse 21:4: “E Deus limpará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque as primeiras coisas são passadas”.  Aleluia!!! E o melhor de tudo é que, neste tempo, estaremos diante do nosso Mestre e Senhor. Na terceira, ele declara: “Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra” (v 5).  No mundo atual, praticamente inexiste mansidão. Por qualquer motivo, até mesmo o mais tolo ou banal, as pessoas perdem o controle e, como se diz popularmente, “descem do salto”, fazem e falam absurdos, ferindo  aqueles com quem convivem, especialmente seus entes queridos. Muitos se arrependem amargamente depois; porém, ou já é tarde demais ou não há mais conserto para os estragos feitos. Logo, como é possível ser feliz de fato, se magoamos nosso próximo? Por isso, é preciso que desenvolvamos o domínio próprio e peçamos sabedoria a Deus para sabermos agir com equilíbrio e com equidade para com todos, sobretudo para com nossos familiares e amigos.

Além disso, penso que os mansos aos quais o Mestre se refere são, também, aqueles que professam sua fé com inteligência espiritual, sem se alterar quando questionados a respeito dos fundamentos dela ou quando são zombados ou discriminados em consequência dela. Talvez seja por esse motivo que em algumas versões bíblicas está escrito humildes. Aliás, de que adiantaria professar uma fé que não é seguida por frutos que a confirmam? Certamente é por isso que a Bíblia diz que a mansidão é um fruto do Espírito Santo (Gálatas 5:22). Portanto, para ser manso de verdade ou humilde (nesse sentido), faz-se necessária a ação do Santo Espírito em nós. E, para tais pessoas, Jesus promete uma recompensa: herdarão a terra ou terá um lugar ao lado do Senhor.

No versículo 6, o Mestre declara: “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos”. No mundo atual, o que mais vemos é injustiça e pessoas injustas. Hoje, ser justo ou correto é assumir o risco de ser tachado como tolo. Para todo lado que olharmos, veremos a injustiça predominando. Quando se trata do meio político e empresarial então, a coisa fica feia. Mas, se olharmos para nós ou para aqueles com quem convivemos, ficaremos pasmos ao percebermos quantas vezes somos injustos nas pequenas coisas ou sofremos com a injustiça de indivíduos bem próximos de nós. Parece que ela passou a fazer parte da Constituição Federal. Porém, para quem almeja ser realmente bem-aventurado, é preciso estar atento a suas ações, a fim de que não proceda desse modo tão terrível. E, caso passemos a ter consciência de que pisamos na bola com alguém, devemos pedir perdão ao Senhor e à pessoa, caso seja possível. E, ainda quando houver condições, recompensá-la para que possamos gozar da felicidade proveniente da graça de Deus para conosco.

Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia” – declara Jesus no versículo 7. Mas o que é ser misericordioso? Read the rest of this entry »

 
 

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SUPREMA FIDELIDADE

Até na natureza vemos a fidelidade de Deus!

Até na natureza vemos a fidelidade de Deus!

HOJE OUVI A SEGUINTE FRASE DE UM ALUNO: “NÃO CREIO EM DEUS; SOU ATEU.” ENTÃO, EU BRINQUEI E DISSE: “ VOCÊ É ATEU OU À TOA?”. ELE, NO ENTANTO, CONTINUOU COM SUA AFIRMAÇÃO:”SOU ATEU.” NO INSTANTE SEGUINTE, ME DIRIGI ATÉ O QUADRO-NEGRO E ESCREVI COMO DE COSTUME UM VERSO BÍBLICO: “… SE FORMOS INFIÉIS, ELE PERMANECE FIEL. NÃO PODE NEGAR-SE A SI MESMO.”( II TIMÓTEO 2:13 ).

ISSO ME LEVOU A REFLETIR SOBRE A IMPORTÂNCIA DE MOSTRARMOS JESUS ATÉ MESMO SEM PALAVRAS JÁ QUE, POR VEZES, NÃO NOS É PERMITIDO OU APROPRIADO FALAR, QUANDO INESPERADAMENTE ELE ME PERGUNTOU SE SERIA PRA ELE AQUELA FRASE. “SIM – RESPONDI. SE FALOU COM VOCÊ, ENTÃO É.” GLÓRIA A DEUS PORQUE NOS DEU O ESPÍRITO SANTO GRATUITAMENTE. E É POR ELE QUE VIVEMOS TODOS OS INSTANTES DA NOSSA VIDA MESMO QUANDO NEM AO MENOS ESTAMOS PENSANDO NELE!

GOSTARIA DE REFLETIR UM POUCO SOBRE A SOBERANA E INCOMPARÁVEL FIDELIDADE DELE. O SALMO 36 E VERSO 5 DIZ ASSIM: “A TUA MISERICÓRDIA, SENHOR, ESTÁ NOS CÉUS, E A TUA FIDELIDADE CHEGA ATÉ ÀS MAIS EXCELSAS NUVENS.” Read the rest of this entry »

 

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