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Arquivo da tag: Estudos Bíblicos

Feliz Ano Novo!

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     Ser feliz é o que todos nós mais desejamos. E não há nada de “anormal” nisso. Aliás, não é apenas algo almejado por nós. Deus nos projetou e criou para a felicidade. No entanto, faz-se necessário saber que o conceito humano sobre esse sentimento é bem diferente daquilo que o Senhor entende como a genuína felicidade.

Para o homem, ser feliz é possuir tudo aquilo que deseja e, ao mesmo tempo, não ter ou não ser atingido por aquilo que não quer. Entretanto, para o Pai é estar no centro da sua vontade. É saber que felicidade não consiste na ausência de problemas, mas na certeza de que Ele está conosco “todos os dias até, a consumação dos séculos” – Mateus 28:20 – e que em todas as coisas “somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou – Jesus” – Romanos 8:37.

Apesar de não existir uma receita humana para ser feliz, encontramos nas Escrituras Sagradas muitos ingredientes com os quais podemos fazer o delicioso bolo da felicidade, cujo sabor é indescritível e incomparável e cujos nutrientes nos farão saciados, satisfeitos e fortalecidos para vivermos o ano de 2016 de maneira sábia e vitoriosa, ainda que passemos por algumas circunstâncias adversas e tempestuosas. Veja alguns deles:

  • Estar ciente de que Deus jamais se esquece de nós – Isaías 49:15 e 16.
  • Lembrar que os pensamentos do Senhor a nosso respeito são de paz, e não de mal, para dar o fim que esperamos e que Ele se permite ser encontrado por nós – Jeremias 29:11 ao 14.
  • Ter sempre em mente que o Pai não desampara o justo nem deixa a sua descendência mendigar o pão, pois Ele é o nosso Provedor – Gênesis 22:14; Salmo 37:25; Provérbios 10:3.
  • Recordar que o Senhor é o nosso Juiz e a nossa Justiça; logo, podemos contar com Ele quando nos sentirmos injustiçados – Isaías 33: 22; Jeremias 33:16.
  • Saber que o Senhor fortalece ao cansado e dá grande vigor a quem está sem forças – Isaías 40:28 ao 31; Romanos 8:26.
  • Não se esquecer de que a palavra do Senhor é lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos – Salmo 119:105.
  • Ter convicção de que nos momentos mais críticos da nossa vida Deus está conosco – Isaías 41:10; 43:2.
  • Saber que para ser feliz de verdade é preciso temer ao Senhor e andar nos seus caminhos – Salmo 128; Isaías 1:19.
  • Lembrar que verdadeiramente Deus é bom para com seu povo, para com aquele que é limpo de coração – Salmo 73:1.
  • Estar ciente de que existe um grande galardão para quem coloca o Senhor como prioridade em sua vida e planta boas sementes – Mateus 6:33; Marcos 10:29 e 30; Gálatas 6:7 ao 10; Hebreus 10:35.

 

Há, ainda, muitos outros ingredientes. Contudo, almejo acrescentar apenas mais dois deles:

  • Fazer aos outros apenas aquilo que gostaríamos que eles fizessem conosco – Mateus 7:12. Entendo que essa é a essência e o segredo de relacionamentos saudáveis e, consequentemente, produtivos e felizes. É a regra máxima do relacionamento
  • Ser grato. A gratidão abre portas e corações humanos. Ela também abre as janelas dos céus e bênçãos são derramadas sobre nós. Porém, a ingratidão leva à murmuração e à cegueira, impedindo o indivíduo de ver as dádivas já recebidas. Esse foi um grave pecado cometido pelo povo de Israel, o que provocou muito sofrimento e perdas irreversíveis para os israelitas. Que não seja assim conosco.  Portanto, tenha um coração grato tanto em relação ao Senhor como às pessoas com quem você convive ou passar a conviver no ano que logo terá início – Colossenses 3:15; I Tessalonicenses 5:18.

 

Que ao longo do próximo ano, você e eu façamos, a cada novo brilhar do sol ou da lua e das estrelas, o apetitoso e desejado bolo da felicidade. Que cada pedaço dele sacie a nossa fome e possa nutrir nosso corpo, alma e espírito de tal maneira que nossa felicidade transborde e contagie aqueles com quem convivermos, seja no trabalho, na escola, na igreja ou em quaisquer outros lugares. Que isso aconteça principalmente com a nossa família. Então: Felicíssimo 2016!!!

Sugestão: Ouça a música Bendito serei, do Nani Azevedo.

 

 

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A morte encontra a Vida

Filho da viúva de Naim

Jesus sempre estava em movimento. Mas não confunda isso com uma correria desenfreada e sem objetivo definido. Ao contrário, ele estava no lugar certo, na hora certa e mudava as circunstâncias e situações, caso fosse preciso. Inclusive andava em sentido oposto à ordem natural das coisas, produzindo, assim, seus milagres.

Numa de suas andanças evangelísticas, vemo-lo indo à cidade de Naim juntamente com muitos dos seus discípulos – Lucas 7:11 ao 17. Perto da porta da cidade, encontram uma mãe viúva que ia enterrar seu único filho. Que situação triste! Ter perdido o marido já era algo terrível, pois, além de ser seu companheiro, supria suas necessidades sentimentais, emocionais, afetivas e sexuais, era o provedor do sustento da casa.

No entanto, ainda havia uma esperança para ela: o filho. Porém, ele também morrera. Não sabemos sua idade nem a causa de sua morte. Todavia, independentemente de termos ou não essas informações, podemos perceber que o mundo desabara sobre a cabeça dessa pobre mãe. O que pensava naquele momento? Que rumo tomaria se não tivesse posses para se sustentar? E se não houvesse ninguém que pudesse socorrê-la naquele momento tão triste e, por que não, desesperador? Para dizer a verdade, eu não queria estar na pele dela. Não mesmo.

Nesse ponto, é importante observar que uma grande multidão seguia com aquela mulher em direção ao lugar onde o filho seria sepultado – 7:12. Por certo, a família dela era querida. Entretanto, o que poderiam fazer as pessoas além de participar do enterro e tentar consolá-la? Talvez, por algum tempo a visitassem para confortá-la e levar alguma ajuda financeira. Contudo, com o passar dos dias, as visitas iriam rareando. Ademais, tudo o que fizessem seria insuficiente para aplacar a dor daquela mãe com o coração partido, não é mesmo? Quem sabe você conhece bem de perto o que significa a perda de pessoas tão importantes por já ter passado por uma situação igual ou semelhante a essa.

Mas a morte encontrou a vida. Como assim? O defunto deparou-se com Jesus antes de descer à sepultura! E, quando ocorre um encontro desses, algo maravilhoso e sobrenatural também acontece. Lembre que eu disse que o Mestre não anda sem rumo. Seus passos eram mínima e sabiamente calculados para mudar a história de pessoas como essa pobre mãe.

Quando lemos o versículo 13, vemos Lucas dizer: “E, vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores”. Mas… Aparentemente não há nada de surpreendente nessa fala de Jesus. Aliás, qualquer pessoa poderia der dito o mesmo. Inclusive eu. No entanto, dizer para alguém que perdeu um ente querido: “Não chores.” é mais para ser educado ou para cumprir tabela, pois assim reza uma (in)consciente tradição. Porém, de quase nada adianta.

Talvez, houve pessoas entre os presentes que começaram a criticar o Mestre por atrapalhar a caminhada deles. Quem sabe alguns, já sabendo da fama do Senhor, começaram a questionar por que ele não se dispunha a fazer alguma coisa para ajudá-la. É possível ainda que alguns tenham pensado ou mesmo falado: “Se ele é o Messias, por que não ressuscita esse rapaz?”.

Contudo, eu disse “aparentemente”, pois o desenrolar dos fatos mostrará que a vida daquela mulher jamais seria a mesma depois desse surpreendente e vivificante encontro. O Senhor sabia muito bem o que estava fazendo. Então vamos mergulhar um pouquinho comigo nesse versículo?

Todas as vezes que há  esse registro “… o Senhor moveu-se de íntima compaixão”, a seguir vemos o milagre acontecendo. E foi justamente o que ocorreu. Veja: “E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar.  E entregou-o à sua mãe” (7:14 e 15). Aleluia!!!

Você consegue imaginar qual foi a reação daquela mãe e como seu coração ficou? Certamente ela ficou estupefata, ou seja, boquiaberta, pasmada ou atônita diante daquilo. Suponho que por uns instantes ela pensou não ser verdade o que seus olhos viam. E não era para menos. Quem não ficaria? Talvez, se fosse eu, diria: “Ei, me belisque para eu ver se é verdade!”. E de fato era real. Glórias a Deus!

Creio que a partir daquele dia sua vida recobrou o brilho perdido e passou a ser muito mais feliz. Não é para menos, pois aquilo que o Senhor faz gera felicidade real e duradoura. Novamente ela podia expressar seu amor e cuidado maternos. Também podia sentir-se amada e protegida pelo filho e seguir seu caminho segurando na mão de Deus, cumprindo, desse modo, o propósito da vida.

Veja o que aconteceu quando as pessoas presentes viram o milagre da ressurreição: “E de todos se apoderou o temor, e glorificavam a Deus, dizendo: Um grande profeta se levantou entre nós, e Deus visitou o seu povo” – v 16Além de ter trazido a alegria de volta àquela mãe, Jesus gerou uma oportunidade para que as pessoas o reconhecessem como alguém especial e glorificassem a Deus. Não é magnífico?

Agora, quero chamar a sua atenção para algo Read the rest of this entry »

 
 

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O ladrão da praia

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Recentemente, eu e minha família estávamos na praia. Era uma bela manhã de sábado e, como voltaríamos para casa no início da tarde, resolvemos aproveitar os últimos momentos ali. Meu filho mais velho não queria ir. Queria que eu fizesse logo o check out, mas decidimos ir mesmo assim. E fomos.

Quando lá chegamos, havia poucas pessoas; por isso, sentimo-nos mais à vontade e confiantes para deixar nossos pertences embaixo do nosso guarda-sol para brincarmos.

Nosso primogênito não quis entrar na água e ficou sob a sombra junto com nossa bolsa. Porém, depois da insistência da mãe, resolveu brincar na areia. Para isso, afastou-se um pouco, deixando nossos pertences à mercê de quem por ali passasse. (Não quero que pense, no entanto, que estou atribuindo a ele ou a ela a culpa pelo roubo.)

Em dado momento, algumas pessoas que haviam montado uma barraca próxima dos nossos objetos, comunica minha esposa que tínhamos sido roubados. Alguém havia percebido nosso descuido e levou algumas coisas de relativo valor financeiro.

No entanto, o que mais nos chateou foi o fato de ter levado nossa câmera fotográfica onde estava o registro de todos os lugares e momentos vividos pela família. Portanto, tinha um valor sentimental e emocional que jamais será recuperado, pois, ainda que voltássemos aos mesmos lugares, a emoção e a percepção das coisas, os sentimentos e até as pessoas não seriam mais os mesmos.

Talvez, neste momento, você esteja se perguntando: “O que eu tenho a ver com isso?”.

Já lhe digo. De todas as situações vividas, sejam elas boas ou más, podemos extrair lições, que nos farão mais experientes. Dessa não foi diferente. Passei a refletir sobre isso e comparar com o que ocorre quando achamos que podemos ficar à vontade, que tudo está tranquilo, que nada de mal vai nos acontecer e permitimos que o maior ladrão deste mundo (satanás – com letra minúscula mesmo, que é para ele não se sentir importante) nos roube. O quê? A paz, a alegria, a felicidade, a salvação eterna e muitas outras coisas que nos são preciosas.

Como creio ter sido o Espírito Santo que me fez extrair algo de bom dessa experiência, quero compartilhar com você de forma detalhada como esse roubo foi possível. Vamos lá? Read the rest of this entry »

 

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A importância de Deus na vida dos jovens

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Outro dia, na Escola Bíblica Quadrangular (Jd Fátima – Nova Odessa/SP), ouvimos a leitura de um texto escrito por uma jovem da igreja. A professora de português da referida jovem solicitou que escrevesse sobre o tema em questão. Ficamos emocionados em saber que tudo o que aprendemos na escola bíblica fica guardado no coração da criança, que passa a ser adolescente e a ser jovem – e continua a guardar os ensinamentos que recebeu.

Isso reforça nossos ânimos e não nos deixa desanimar, pois “sabemos que o nosso trabalho não é vão no Senhor!”. Também deixa claro aos pais a palavra de Deus que diz: “…Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor.
Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças.
E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração;
E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.
Também as atarás por sinal na tua mão, e te serão por frontais entre os teus olhos.
E as escreverás nos umbrais de tua casa, e nas tuas portas.(Deuteronômio 6:4-9)”, reforçando a necessidade de ensinarmos a Palavra de Deus aos nossos filhos.


O texto que se seguirá é o que a jovem Caroline Miranda escreveu. Nós o transcrevemos da forma como recebemos. Todos os créditos sejam dados a ela.

” “Eu vos escrevi, jovens, porque sois fortes, e a palavra de Deus está em vós e já venceste o maligno” 1JOÃO 2:14

Sei que esse tema é complexo, e que muitas pessoas não querem saber de Deus, muito menos na adolescência, que é uma fase de “curtição” e de “aprender com os erros”, não escrevo esse artigo pra “jogar pedra em ninguém”, nem falar mal de alguém, nem pra julgar ou muito menos provar quem é quem, mas gostaria de dizer que meu compromisso é com Cristo e nada mais, quer PAZ? Então vá, O busque, ELE te espera de braços abertos. Ele perdoa pecados, nos faz pessoas melhores, Ele corrige com amor. O AMOR, que Ele demonstra a nós é tão grande que quando queremos realmente estar perto Dele e fazemos algo que SABEMOS que não está certo, nos sentimos constrangidos, e aos poucos vamos deixando o “velho homem do passado”, “os velhos erros que podem nos levar a morte”, sem nem ao menos perceber, a partir desse ponto servir a DEUS é um PRAZER, e não um SACRÍFICIO.  ALIÁS, COMO NÃO AMAR QUEM MORREU NA CRUZ POR MIM!?

“Uma noite eu tive um sonho…

Sonhei que estava andando na praia, com o Senhor, e através do Céu passavam cenas da minha vida. Para cada cena que se passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia; um era o meu e o outro era do Senhor.

Quando a última cena da minha vida passou olhei para trás, para as pegadas na areia e notei que muitas vezes, no caminho da minha vida havia apenas um par de pegadas na areia.

Notei também, que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. Isso me entristeceu muito, e perguntei então ao Senhor:

Senhor. Tu me disseste que, uma vez que eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre comigo todo o caminho, mas notei que durante as maiores dificuldades da vida, havia na areia apenas um par de pegadas. Não compreendo por que, nas horas que eu mais necessitava de Ti, Tu me deixaste.

O Senhor me respondeu:

Meu precioso filho, Eu te amo e jamais te deixaria nas horas da tua prova e do teu sofrimento. Quando viu na areia apenas um par de pegadas, foi exatamente aí que Eu, nos braços te carreguei!”(Transcrito)

Nos dia de hoje, o que mais vemos em jornais e na televisão, é que jovens estão sendo presos, acusados de trafico de drogas, ou que estão matando roubando. Mas será que Deus não se importa com isso? Será que os jovens não têm importância para Deus? Em Gênesis 37:2, cita a história de um jovem chamado José. Ele tinha apenas 17 anos e apascentava ovelhas com seus irmãos, Deus tinha planos na vida de José…Como também tem planos na vida de cada jovem que esta se entregando para o mundo, para o inimigo! Read the rest of this entry »

 

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FACES DO AMOR

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Outro dia, estava eu ministrando uma aula sobre linguagem metafórica (figurada, poética), quando fluiu dos meus lábios a seguinte frase para exemplificar o assunto em questão: “A mais bela e verdadeira face do amor é o respeito”.

Passados alguns dias, conversando com meu filho primogênito sobre amor e respeito, vejo-me repetindo a frase mencionada acima.

Em meados de agosto, enquanto fazia minha caminhada de oração, essa mesma declaração começou a saltitar em minha mente tal qual um pássaro aprisionado em uma gaiola louco para ganhar a liberdade.

Então, diante dessas três “coincidências”, entendi que o Espírito Santo me impelia a escrever sobre esse tema tão apetitoso e assaz relevante. Porém não quero fazê-lo para ficar encarcerado numa gaiola. Almejo, portanto, convidá-lo para compartilhar comigo essas pérolas valiosas, tomando como base a palavra de Deus que diz em I João 3:18: “Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade”. Vamos lá?

A primeira é que o significado, a definição e a classificação da palavra amor  transcendem o que dizem o dicionário, a gramática e a enciclopédia sobre ela. Ou seja: que é um substantivo (nome), comum, abstrato, primitivo e que designa um sentimento.

Parece contraditória tal afirmação, no entanto não é. Sendo assim, vou tentar esclarecer da melhor maneira possível essa declaração, aparentemente equivocada e leviana.

Amor não é algo abstrato, que existe apenas no plano intelectual/mental ou no coração de alguém. Ele se transforma em um elemento perceptível e concreto quando sai do plano conceitual e se manifesta através de ações, comportamentos e atitudes, os quais o materializam. Desse modo, podemos vê-lo em ação e, em consequência disso, sendo verdadeiro e belo através das seguintes faces:

RESPEITO

     Se digo que amo alguém, mas não o respeito, há uma enorme contradição, pois amar implica respeitar. Essa verdade se aplica tanto ao nosso relacionamento com Deus como com as pessoas que nos cercam. Pense em um indivíduo que diz amar a Deus, entretanto vive na prática do pecado. Ou em quem trai seu cônjuge, que não respeita seus gostos, seus limites e outras coisas importantes para ele. Observe que o discurso está bem distante da prática. Logo, é um discurso de tolo, o qual cai no vazio.

DEDICAÇÃO

     Quem diz amar uma pessoa, contudo não dedica tempo a ela também está sendo desmentido por suas ações. Aquele que ama a Deus dedica-lhe tempo em oração, na leitura da Sua Palavra ou para ir à Sua Casa, a fim de ouvir o que Ele tem a falar. Separa também momentos para fazer alguma coisa para o Seu Reino.

Pense ainda naquele que declara amar seu cônjuge, filhos e familiares. Esse indivíduo prova isso por meio da sua  dedicação a eles. Todavia, o contrário também é verdadeiro.

 

COMPANHEIRISMO E CUMPLICIDADE

     Quem de fato ama procura apresentar sempre esses dois elementos. Ser companheiro é ser colega, amigo. Já cumplicidade quer dizer estar ao lado de alguém na realização de alguma coisa. Especialmente em relação à vida conjugal quantos há que não têm ou não demonstram ter alegria, prazer de estar com seu marido ou com sua mulher. Muitos há que o são com os de fora, no entanto não agem de igual modo com seu cônjuge. Ou mesmo com seus filhos, pais, familiares… Read the rest of this entry »

 

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Motivação – parte 3

Parte 1 – Clique Aqui

Parte 2 – Clique Aqui

ESPÍRITO DE EXCELÊNCIA  

     Uma das mais belas histórias bíblicas que mostra Deus capacitando seus filhos com espírito de excelência, segundo meu conceito, é a que trata da construção do tabernáculo, ou seja, do templo portátil e móvel onde os israelitas realizavam o culto público, desde o início da peregrinação até o reinado de Salomão. Era não só o templo de Deus, mas também Sua habitação, o lugar marcado para o encontro com o seu povo.

Nessa história, vemos o Senhor dizendo a Moisés como Ele queria que fosse feita aquela obra e todos os utensílios a serem usados nas cerimônias que se realizariam nele. Na realidade, era algo fenomenal, uma vez que fora projetado pelo próprio Senhor.

     No entanto, Deus sabia que eles não conseguiriam fazer aquela obra de modo que o agradasse, basicamente por dois motivos: nunca haviam feito uma antes e pela tão grande riqueza de detalhes.

Por isso, como o Senhor queria algo que estivesse à altura de receber a Sua presença e como Ele é justo e, portanto, não exige nada que fuja à capacidade e à possibilidade humanas, decidiu habilitá-los para que cumprissem aquela tarefa tão sofisticada.

Assim, quando lemos Êxodo 35: 30 a 35, vemos que Bezalel foi cheio do “Espírito de Deus, de habilidade, de inteligência e de conhecimento  em todo artifício, para elaborar desenhos e trabalhar em ouro, em prata, em bronze, para lapidação de pedras de engaste, para entalho de madeira, para toda sorte de lavores”.

Observe que o Senhor concedeu a Bezalel todas as ferramentas necessárias para que ele fosse bem-sucedido naquele empreendimento. Caso pudéssemos visualizar o tabernáculo depois de pronto, certamente ficaríamos boquiabertos diante de tamanha beleza. Logo, podemos chegar apenas a uma conclusão: só mesmo o Espírito do Altíssimo, que é sapientíssimo, poderia capacitá-lo e também a seus ajudantes para cumprir à risca as tarefas que lhes foram atribuídas.

Mas não para por aí. O Espírito de Deus ainda o tornou sábio e “lhe dispôs o coração para ensinar a outrem…”.

Então quero convidá-lo para, juntamente comigo, refletir sobre algumas coisas importantes. São elas: Read the rest of this entry »

 

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Motivação – Parte 1

a imagem que temos de nós mesmos

Como você se vê?

      Um dos assuntos mais abordados por palestrantes atualmente é motivação. Mas, ainda que pareça ser uma descoberta meio recente, ele está presente nas Escrituras Sagradas de Gênesis a Apocalipse e é abordado, em especial, pelo próprio Deus. Aliás, segundo alguns estudiosos, há, na Bíblia, trezentas e sessenta e seis vezes, de forma direta ou indireta, a expressão “Não temas.”. Por que será?

Penso eu que, se o Senhor as deixou registradas por meio de seus servos ou de Cristo, é porque existem razões plausíveis para isso. Portanto, é mister que paremos um pouco e reflitamos sobre esse tema: Motivação à luz da Bíblia. Isso porque, além da sua profunda relevância, existe uma gigantesca diferença entre a visão do Pai sobre ele o conceito do mundo. Antes, porém, faz-se necessário refletir a respeito de algumas questões fundamentais a todos nós, a fim de que possamos extrair o máximo possível das verdades bíblicas. Então, leia e reflita.

Como você é visto: Pelas pessoas? Pelo maligno? Por você mesmo? Por Deus?

Quando as pessoas ao seu redor não lhe dão valor, é ruim?

E quando você mesmo não se dá valor?

Como você se vê? O que pensa de si mesmo?

Fazer esses questionamentos é assaz importante, uma vez que eles poderão revelar coisas profundas a nosso respeito e ajudar-nos a corrigir nossa autoimagem e redirecionar nossas ações e comportamentos, tanto na vida chamada de “secular” como na espiritual, se bem que para o cristão não há essa distinção; somos um ser espiritual.

Sendo assim, comecemos a analisar e responder juntos a tais indagações. Vamos lá?

Em I Samuel 17:42-44, vemos que Golias viu Davi (amado, no hebraico) com desprezo. Ele só conseguiu ver que o “Amado” era jovem, ruivo e de gentil aspecto. Por isso,  subestimou-o e o amaldiçoou. Porém, como aquele jovenzinho sabia quem ele era e que maior era o que estava com ele, derrotou-o permitindo, assim, que o nome de Deus fosse glorificado pelos israelitas e temido pelos inimigos. Não apenas pelos filisteus. Logo, entendemos que a visão dos outros sobre nós não importa muito. Ainda que nos desprezem, se soubermos quem de fato somos, triunfaremos.

Como o maligno, o adversário de nossas almas, nos vê?

Em João 10:10, está escrito que “O ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir; eu {Jesus} vim para que tenham vida, e a tenham com abundância”. Assim, concluímos que o diabo, o opositor, vê-nos como um alvo a ser eliminado, destruído. No entanto, o Senhor nos enxerga como alguém tão valioso, que morreu em nosso lugar para que tenhamos vida abundante. Ademais, as Escrituras registram que Jesus triunfou sobre o adversário e o expôs publicamente – Colossenses 2:14,15.  Então, pouco importa a visão do maligno sobre nós, caso estejamos cônscios do que Cristo fez por nós e de quem somos Nele.

Como você se vê? Read the rest of this entry »

 

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O verdadeiro cidadão dos céus

Céu azul

Lugar de paz e tranquilidade para o espírito!

     Os meus olhos procurarão os fiéis da terra, para que estejam comigo: somente quem tem vida íntegra me servirá.” (Salmo 101:6)

 

Como é difícil ser fiel nos dias atuais! As pessoas estão cada vez mais distantes de Deus. E nesse turbilhão de notícias tristes e desonestidade tenho sempre meditado no salmo 15 sobre o qual ouvi, há muitos anos, uma ministração e não mais me esqueci.

Não sei quanto a você, mas acho que até então não havia parado para pensar sobre ele – “O verdadeiro cidadão do céu”. Parece tão pequeno e tão simples, entretanto é de uma profundidade incalculável!

Observe as pessoas à sua volta e veja se encontra todas as qualidades descritas nele. No verso 1º, Davi começa indagando quem habitará no tabernáculo do Senhor. Talvez, nossa primeira resposta seja que são aqueles que aceitaram a Cristo como seu Salvador e foram batizados nas águas. Sim, é para ser assim!

Todavia, se atentarmos para os demais versos, veremos que são necessárias outras virtudes. Jesus, falando com os escribas e fariseus, disse que era importante não desprezar o mais importante da lei – o juízo (a justiça), a misericórdia e a fé! (Mateus 23:23) Que não deveriam fazer uma coisa e desprezar outra, mas fazer as duas coisas! Aqui podemos estabelecer um paralelo.

Ora, se nos conformarmos em receber a Cristo e ser batizados e achar que isso basta para nosso compromisso com Deus, estamos enganados! Receber a Cristo implica uma vida de mudanças como a que o salmista Davi já descreveu há tempos.

A maior preocupação que temos que ter hoje é ser cristãos fiéis (cumprir aquilo a que nos obrigamos ou nos comprometemos), idôneos, íntegros. Como haveremos de herdar o Reino com Cristo, se nele não se acha o pecado?

Ouvimos muitos discursos sobre o fato de a salvação não ser pelas obras, mas pela graça redentora de Cristo. Sim, é bíblico! No entanto, não devemos nos esquecer da sequência do discurso: as obras seguirão os que creem! Uma coisa está ligada à outra. Se somos salvos em Cristo, então as boas obras/as boas maneiras/as virtudes devem nos acompanhar. Aliás, Tiago 2:17 diz “Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma” e o bom perfume de Cristo se sentirá em nós, segundo ensina Paulo.

Davi descreve como isso se dará:

2 – Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração.

Não pode haver falsidade, injustiça e mentira em nós. Pode ser que digamos que estamos livres de tais danos. Entretanto, se nossa boca diz estar em Cristo e nosso coração está no mundo com seus desejos e pecados, já não temos verdade em nós mesmos.

3 – Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, e não lança calúnia contra ele.

Não difamar é não falar mal, não afetar alguém moralmente de forma negativa! Não fazer mal já resume a ideia da primeira parte porque também fazemos mal ao próximo com palavras e não só com ações! Não aceitar nenhuma afronta! Read the rest of this entry »

 

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TECIDO POR DEUS

“Pois possuíste os meus rins; cobriste-me no ventre de minha mãe.” (Salmo 139:13)

Amados, outro dia, em mais uma das minhas caminhadas de oração, me veio à mente o Salmo 139 e, refletindo e orando a Deus sobre ele, nasceu em meu coração o desejo de lê-lo no mínimo uma vez por dia. Mas houve dias em que senti que deveria fazer isso duas ou mais vezes. E assim o fiz. E a cada leitura feita ficava ainda mais extasiado diante da grandeza do meu Deus e passei a inclui-lo no meu louvor, na minha adoração, na minha gratidão e nos meus pedidos a Ele em relação às minhas necessidades e a de outros.
Passados alguns dias, porém, brotou em meu coração o desejo de compartilhá-lo com uma pessoa muito querida e de orar com ela por um período indeterminado, apresentando as necessidades dela e “relembrando” Deus daquilo que a Palavra dele dizia. Isso tenho feito desde então, mesmo não sabendo plenamente qual é o propósito do Senhor tanto para ela quanto para mim, uma vez que primeiramente esse texto falou comigo.
Mais uns dias se passaram e me veio ao coração a vontade de compartilhar com você algumas das verdades expressas nele. Digo algumas porque sei que a Palavra de Deus é uma fonte inesgotável, que alimenta e refrigera nossa alma e que se renova a cada manhã.
Primeiramente, gostaria de dizer que todas as pessoas que criam alguma coisa têm um propósito para sua criação. Pode ser algo específico com uma função específica para facilitar a vida em algum aspecto ou simplesmente como um simples entretenimento.
Normalmente, todo criador conhece muito bem sua criatura. Por isso, quando surge um problema, pode resolvê-lo com facilidade.
Há até uma história que diz que certa feita um industrial que tinha adquirido uma máquina de Henry Ford (o dono da indústria automobilística Ford) não conseguia consertar um problema. Depois de tentar muitas vezes, mas sem obter sucesso, decidiu chamar o inventor dela. Então ele veio e em poucos minutos consertou-a.
Na hora de pagar, o industrial assustou-se com o valor cobrado. Se não me falha a memória, eram mil dólares. Então decidiu questioná-lo. Todo aquele montante, quando o serviço fora feito em tão pouco tempo? Ford respondeu-lhe prontamente: “São 10 dólares pelo conserto e 990 por saber onde estava o defeito”. Segundo o narrador dessa história, aquele homem pagou-o satisfeito por entender que a justificativa dele era plausível.
O mais importante desse fato é que Ford criara aquela máquina com um propósito e conhecia muito bem o funcionamento dela. Assim, quando apresentou um defeito, ele foi direto ao ponto e resolveu-o com extrema facilidade.
Mas o que isso tem a ver conosco? Read the rest of this entry »

 
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Publicado por em 10/07/2012 em Estudos Bíblicos

 

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A humildade de Jesus

"Jesus num jumentinho""A humildade de Jesus"

Jesus chega a Jerusalém montado num jumentinho

O Rei que se humilhou

Texto base: João 12:12-18

Contextualizando

Jumento é um animal dócil, de
fácil adaptação a ambientes diversos e não era utilizado em guerras.
Simbolicamente poderia representar o sossego, a calma, a paz; ao passo que um
cavalo era muito usado em guerras até meados do século XX. Obviamente, Jesus
entrou em Jerusalém montado num jumentinho a fim de que fosse cumprida a
profecia de Zacarias 9:9  “ … eis que o
teu rei virá a ti, justo e Salvador, pobre, e montado sobre um jumento, sobre
um asninho, filho de jumenta.” Os judeus viviam sob o domínio dos romanos e
pagavam altos tributos a eles. Portanto, aguardavam um rei que viesse salvá-los
daquela opressão. Ainda hoje as pessoas depositam sua confiança em líderes de
governo acreditando vir deles a paz e a solução dos problemas mundiais.
Recentemente vimos isso nos Estados Unidos da América que elegeram o presidente
Barak Obama acreditando que ele pudesse solucionar problemas e conflitos
mundiais. É claro, que como representante de seu povo ele há de defender
primeiro os interesses de sua nação ainda que isso custe caro às outras nações.

Judeus e americanos se assemelham
nesse aspecto. Esperando um líder que resolvesse seus problemas visíveis e
imediatos!

Princípios e ensinamentos Read the rest of this entry »

 

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